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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Cheryl Cole - Parachute




Parachute

I don't tell anyone about the way you hold my hand
I don't tell anyone about the things that we have planned
I won't tell anybody
Won't tell anybody
They want to push me down
They want to see you fall (down)


Won't tell anybody how you turn my world around
I won't tell anyone how your voice is my favourite sound
Won't tell anybody
Won't tell anybody
They want to see us fall
They want to see us fall


I don't need a parachute
Baby, if I've got you
Baby, if I've got you
I don't need a parachute
You're gonna catch me
You're gonna catch if I fall
Down, down, down


I don't need a parachute
Baby, if I've got you
Baby, if I've got you
I don't need a parachute
You're gonna catch me
You're gonna catch if I fall
Down, down, down


Don't believe the things you tell yourself so late night and
You are your own worst enemy
You'll never win the fight
Just hold on to me
I'll hold on to you
It's you and me up against the world
It's you and me


I don't need a parachute
Baby, if I've got you
Baby, if I've got you
I don't need a parachute
You're gonna catch me
You're gonna catch if I fall
Down, down, down


I don't need a parachute
Baby, if I've got you
Baby, if I've got you
I don't need a parachute
You're gonna catch me
You're gonna catch if I fall
Down, down, down


I won't fall out of love
I won't fall out of,
I won't fall out of love
I won't fall out of,
I won't fall out of love
I won't fall out of,
I won't fall out of love
I'll fall into you


I won't fall out of love
I won't fall out of,
I won't fall out of love
I won't fall out of,
I won't fall out of love
I won't fall out of,
I won't fall out of love
I'll fall into you


I don't need a parachute
Baby, if I've got you
Baby, if I've got you
I don't need a parachute
You're gonna catch me
You're gonna catch if I fall
Down, down, down


I don't need a parachute
Baby, if I've got you
Baby, if I've got you
I don't need a parachute
You're gonna catch me
You're gonna catch if I fall
Down, down, down

Para-quedas

Eu não digo a ninguém sobre o jeito que seguras a minha mão
Eu não digo a ninguém sobre as coisas que nós planejamos
Eu não vou dizer a ninguém
Não vou dizer a ninguém
Eles querem me empurrar pra baixo
Eles querem te ver cair (cair)


Não vou dizer a ninguém como você faz o meu mundo girar
Eu não vou dizer a ninguém como a sua voz é meu som preferido
Não direi a ninguém
Não direi a ninguém
Eles querem nos ver cair
Eles querem nos ver cair


Eu não preciso de para-quedas
Querido, se eu tiver você
Querido, se eu tiver você
Eu não preciso de para-quedas
Você vai me pegar
Você vai segurar se eu cair
Cair, cair, cair.


Eu não preciso de para-quedas
Querido, se eu tiver você
Querido, se eu tiver você
Eu não preciso de para-quedas
Você vai me pegar
Você vai segurar se eu cair
Cair, cair, cair.


Não acredite nas coisas que você diz a você mesmo tarde da noite
Você é o seu próprio pior inimigo
Você nunca vai ganhar a luta
Só se segure em mim
Eu me segurarei em você
Somos você e eu contra o mundo
Somos você e eu


Eu não preciso de para-quedas
Querido, se eu tiver você
Querido, se eu tiver você
Eu não preciso de para-quedas
Você vai me pegar
Você vai segurar se eu cair
Cair, cair, cair.


Eu não preciso de para-quedas
Querido, se eu tiver você
Querido, se eu tiver você
Eu não preciso de para-quedas
Você vai me pegar
Você vai segurar se eu cair
Cair, cair, cair.


Eu não vou me desapaixonar,
Eu não vou me,
Eu não vou me desapaixonar,
Eu não vou me,
Eu não vou me desapaixonar,
Eu não vou me,
Eu não vou me desapaixonar,
Eu vou me apaixonar por você.


Eu não vou me desapaixonar,
Eu não vou me,
Eu não vou me desapaixonar,
Eu não vou me,
Eu não vou me desapaixonar,
Eu não vou me,
Eu não vou me desapaixonar,
Eu vou me apaixonar por você.


Eu não preciso de para-quedas
Querido, se eu tiver você
Querido, se eu tiver você
Eu não preciso de para-quedas
Você vai me pegar
Você vai segurar se eu cair
Cair, cair, cair.


Eu não preciso de para-quedas
Querido, se eu tiver você
Querido, se eu tiver você
Eu não preciso de para-quedas
Você vai me pegar
Você vai segurar se eu cair
Cair, cair, cair.




NAIANA CARAPEBA !!!




Detalhes tão insignificantes teimam em permanecer.
Insistem em reavivar nossa história já finda.
Ultrapassada, talvez...
São espinhos que me lembram o que ainda sinto.
Dores que incomodam - ainda que ao longe. 
Detalhes demonstram estar toda a vida na contra-mão.
Toda ela.

Tempestades me açoitam o corpo -
e permitem que eu aprenda novos passos de uma dança martirizante...
Tempestades me iluminam uma noite sem estrelas -
e permitem que eu vislumbre seus contornos,
afastando-se ao longe sob raios de cólera...

As marcas do tempo irão se pronunciar em minhas mãos solitárias.
Veias saltarão numa tentativa inglória de me fazer sentir novamente o sangue a percorrer meu corpo.
Em vão. Em vão...

Eu serei pedinte, mendiga de suas memórias.
Carregarei sobre as costas cobertores imundos
pela culpa que me cabe neste querer tão intenso. 

E, então, minha estrada em contra-mão me levará novamente a você.
O duro asfalto a me impulsionar, sem piedade.
Meus joelhos esfolados a me castigar, sem perdão...

quarta-feira, 30 de maio de 2012

WISLAWA SZYMBORSKA (NOBEL 1996)


SOB UMA ESTRELA PEQUENINA (2/2)


Sinto muito. esperança açulada, se as vezes me rio.

Sinto muito, desertos, se não lhes levo uma colher de agua.

E você, falcão, há anos o mesmo, na mesma gaiola,

fitando sem movimento sempre o mesmo ponto,

me absolva, mesmo se você for um pássaro empalhado.

Me desculpe a arvore cortada pelas quatro pernas da mesa.

Me desculpem as grandes perguntas pelas respostas pequenas.

Verdade, não me de excessiva atencao.

Seriedade, me mostre magnanimidade.

Ature, segredo do ser, se eu puxo os fios das suas vestes.

Não me acuse, alma, por te-la raramente.

Me desculpe tudo, por não poder estar em toda parte.

Me desculpem todos, por não saber ser cada um e cada uma.

Sei que, enquanto viver, nada me justifica
já que barro o caminho para mim mesma.

Noa me julgue ma, fala, por tomar emprestado palavras patéticas,

e depois me esforcar para faze-las parecer leves.

Traducao do Polonês :
REGINA PRZYBYCIEN

WISLAWA SZYMBORSKA (NOBEL 1996)



SOB UMA ESTRELA PEQUENINA (1/2)

Me desculpe o acaso por chama-lo necessidade.

Me desculpe a necessidade se ainda assim me engano.

Que a felicidade não se ofenda por toma-la como minha.

Que os mortos me perdoem por luzirem francamente na memoria.

Me desculpe o tempo pelo tanto de mundo ignorado por segundo.

Me desculpe o amor antigo por sentir o novo como primeiro.

Me perdoem guerras distantes, por trazer flores para casa.

Me perdoem, feridas abertas, por espetar o dedo.

Me desculpem os que clama das profundezas pelo disco de minuetos.

Me desculpe a gente nas estacoes pelo sono das cinco da manha.


terça-feira, 29 de maio de 2012

segunda-feira, 28 de maio de 2012

PROFESSOR PITÁGORAS

Aquele Professor era o mais diplomata.
Conversar com ele, era exercitar as idéias boas e ruins.
Quase sempre concordávamos com ele, ou ele com nós.
Geralmente ele se movimentava calmamente...
Mas se por acaso uma mosca passasse perto, ele não perdoava, o vôo virava almoço.
Tinham alguns alunos que as vezes o consideravam dissimulado.
Mas era só uma impressão passageira, logo ele estava tão parecido conosco que era impossível não gostar dele. Ah, que Professor interessante !!!


HERMAN HESSE (1877-1962)



Estimulado pelo livro :
Felicidade do Hermann Hesse
(ISBN 8501051152)
tive algumas reflexões que gostaria de dividir :


1. Os sentimentos estão no Ar. Se queres Poesia, respire Poesia. Agora cuidado, pois todos os sentimentos,
bons e ruins estão disponíveis. Se involuntariamente respiramos algo bom ou ruim, cabe ao cérebro e ao coração transforma-los em amor, ou melhor, em Poesia.


2. O contato com o livro é sempre mágico. Algumas pessoas gostam de mágicas, outras não. É preciso entender isso ! Mesmo os que gostam da mágica de tirar o coelho da cartola, não necessariamente gostam da mágica das cartas. Talvez a grande mágica, seja trazer o leitor para a magia da leitura.


3. Todos nascemos com a Alma Boa, as vezes nos perdemos no meio do caminho. Precisamos construir formas pessoais para que possamos retornar ao nosso Bom caminho.


4. Existem livros para os diversos momentos de nossa maturidade. Alguns menos enigmáticos tal como "O Pequeno Príncipe" de Saint-Exupéry, outros mais enigmáticos tal qual "O Príncipe" de Machiavel.
Podemos criar os nossos "Príncipes" estimulado por um e por outro.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Hermann_Hesse

sexta-feira, 25 de maio de 2012

50 MIL VISITAS


GIORGIO DE CHIRICO (1888-1978)

200 SEGUIDORES !!!
MAIS DE 1111 POSTAGENS !!!
50 MIL VISITAS !!!

FELICIDADE SEM FIM !!!
AFINAL LEMBRANDO
QUE TUDO COMECA
COM O PRIMEIRO PASSO...
E MAIS AINDA...
QUE ANTES DE CAMINHAR...
ENGATINHAMOS...
AS VEZES ESQUECEMOS
DESSE PEQUENO DETALHE...
SINTO-ME COMO SE TIVESSE
DANDO OS PRIMEIROS PASSOS !!!
MAIS UMA VEZ :
OBRIGADO A TODOS !!!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

FLORBELA ESPANCA (1894-1930)




Para Quê?!Tudo é vaidade neste mundo vão ... 
Tudo é tristeza, tudo é pó, é nada! 
E mal desponta em nós a madrugada, 
Vem logo a noite encher o coração! 

Até o amor nos mente, essa canção 
Que o nosso peito ri à gargalhada, 
Flor que é nascida e logo desfolhada, 
Pétalas que se pisam pelo chão! ... 

Beijos de amor! Pra quê?! ... Tristes vaidades! 
Sonhos que logo são realidades, 
Que nos deixam a alma como morta! 

Só neles acredita quem é louca! 
Beijos de amor que vão de boca em boca, 
Como pobres que vão de porta em porta! ... 

Florbela Espanca, in "Livro de Mágoas"

quarta-feira, 23 de maio de 2012

AMIGAS !!!!



Elas gostam muito de conversar....
Na imaginacao ...
Uma batalha infinita...
No semblante...
como se não tivesse 
acontecendo nada  !!!

terça-feira, 22 de maio de 2012

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Cássia Rodrigues







O conhecido

No meio na multidão
Um rosto conhecido
Que, por um momento,
Passa despercebido.

Um novo olhar
Um olhar de novo
Um reconhecimento
Agora já percebido.

Naquele momento
Uma indagação:
Será que é?
Talvez não seja!

Um olhar de novo
Pra reconhecer
Um rosto querido
Agora reconhecido.

No contato
Um olhar
Um reconhecimento
Ou seria conhecimento?

Da boca que me sorriu
Um sorriso cativante
No brilho do olhar
A certeza desconcertante
De um mútuo reconhecimento.

Naquele momento
No meio da multidão
Pude me apresentar
A um rosto reconhecido
De um novo conhecido
Que gostei de encontrar.
                  Cássia Rodrigues

sexta-feira, 18 de maio de 2012

VIOLETTA !!!


Violetta adora... 
Sextas feiras....
Sente-se voar...
no tempo...
nas ideias...
nas vontades...

quinta-feira, 17 de maio de 2012

KLEE


A cidade crescia desordenadamente...
Felizmente tinha um pintor que tentava arrumar a cidade desenhando...
Paulinho gostava muito de misturar as cores..
 ficava feliz de pintar as cidades que ele criava...

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Natività di Cristo



le scene che hanno come protagonista Cristo si dividono in due sequenze, che narrano le vicende della vita e della passione, sono disposte lungo due registri paralleli lungo le pareti. La prima serie è composta da dodici storie che cominciano con la Visitazione e si concludono con Cristo scaccia i inercanti dal Tempio. Le fonti iconografiche sono i Vangeli, arricchiti da particolari tratti dal Protovangelo di Giacomo e dalla Legenda aurea di Jacopo da Varazze. Molta importanza assumono nella composizione delle scene le architetture e l'uso esperto della prospettiva. In questa, l'avvenimento che rievoca il famoso racconto della nascita di Gesu ("Maria pose il fanciullo nella mangiatoia e il bue e l'asino lo adorarono", Pseudo Matteo, 13-14) proiettato in primo piano, dentro una capanna, ben inserita nello spazio. Tra le più originali per il taglio, che rinnova l'antica iconografia di origine bizantina, con l'asino che spunta a sinistra, le pecore e Giuseppe accovacciati, i pastori che dialogano con l'angelo, l'immagine diventa un modello per i seguaci di Giotto. Chiaro e luminoso, studiato in rapporto con l'architettura della cappella, è il colore, con sottili passaggi e accostamenti di tonalità, da vero mago.