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sábado, 28 de fevereiro de 2015

MARQUESA DE ALORNA (1750-1839)


" Chave mágica, sublime,
Que me vais tu descobrir ?
Se é menos do que eu desejo
Será melhor não abrir ... "

Marquesa de Alorna (1750-1839)



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Julia e os balões por Luiz Henrique Ottino



Nos dias de hoje o que mais desperta atenção de uma criança não são mais as TVs. Não se entra em um restaurante em qualquer parte do mundo em que não se vê crianças usando tablets/ smartphones ou até mesmos os jogos portáteis. Além dos pais hoje as crianças também possuem seus próprios aparelhos.
Em sua grande maioria comprados por darem um pouco de sossego aos pais enquanto as crianças estão entretidas. Qualquer criança se sente atraída por tudo que é basicamente bastante colorido e principalmente interativo, sejam jogos ou livros.
Foi pensando nisso em um jantar com o autor que decidimos como uma proposta para incentivar a leitura infantil adaptarmos “Julia e Os Balões” para o iPad. Entretanto quando propus o desafio, ele me fez uma condição para começarmos essa nova caminhada; "queria que as todas publicações pudessem ser lidas por crianças de todo o mundo" e desde então estamos desenvolvendo a cada dia que passa novas adaptações da publicação. Até o presente momento, temos publicados versões em Português, Inglês, Norueguês e Chinês, digo Mandarim.
E qual seria o diferencial desta publicações para as tradicionais? O mais incrível de tudo é poder entregar de maneira muito fácil e pratica a obra para qualquer pessoa em qualquer canto do mundo. É muito enriquecedor você acordar um belo dia e ver que uma pessoa do outro lado do mundo com quem você nunca viu na vida e que também não fala o mesmo idioma que você, conhecendo seu trabalho e enviando emails motivacionais. E essa é uma das vantagens do livro digital, viver um mundo sem fronteiras podendo deste modo atrair cada vez mais crianças para o mundo da leitura, estimulando assim seu conhecimento e criatividade.
No momento também estamos desenvolvendo uma nova publicação, um novo titulo, totalmente diferente e pensado 100% no mundo digital, com bastante interatividade, sons, bonecos em movimentos entre outras coisas incríveis que estão por vir em breve. Além desse e outros projetos tenho como motivação tornar o “mundo digital” possível para o maior numero de pessoas, seja com livros ou apps.
Informação para mais contatos ou duvidas: 
Luiz Henrique Ottino : contato@lhom.com.br 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

FLÁVIA AFFONSO



A espera


Ah! Esperar...
E o que nos aguarda?
...?!,;.
Quem sabe, um recomeçar de história,
Uma reprise,
Fazer igual e tudo diferente;
Fazer diferente, mas  tudo igual.
Nada igual e tudo igual.
O tudo e o nada.
O nada relido como tudo.
Melhor colocar tudo junto 
e misturado e várias reticências.
Ainda no aguardo.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

CÁSSIA RODRIGUES



Amanhecer para recomeçar


Na vida temos tantas fases
que é até difícil descrevê-las...
Por hora, digamos que existam dois grandes momentos;
Um amanhecer de vida que se inicia 
a cada nascer do Sol, a cada experiência vivida
a cada gesto realizado, a cada carinho trocado
a cada aprendizagem compartilhada...
E um crepúsculo que nos dá a sensação de finitude
Hora que nos despedimos de tudo que não nos comove, 
De tudo que nos sufoca e oprime
Momento que maximizamos os medos, as incertezas 
e as desilusões...
Tudo sentido com muita intensidade!
Mas, ainda bem que entre esses dois momentos

Temos a certeza de que sempre haverá um amanhecer para recomeçar...

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

MC



Mais um aniversário, sendo assim um novo ano que recomeça, 
momento propício para algumas reflexões :

Com o tempo percebi que a palavra mais difícil de praticar chama-se Paciência !

Descobri que só entendo no máximo 50 por cento do que ouço e vejo !

Entendi que a Vida pode nos presentear com derrotas ou vitórias, 
uma em quantidade outra em qualidade . 

Percebi que a Tristeza é irmã da Alegria, e que as duas nunca andam juntas !

Li em algum momento, e não me lembro onde :

" Il Buio, è il silenzio della Luce. "
" The Darkness is the Silence of the Light."
" A Escuridão é o silêncio da Luz. "

E concluí que vim a este mundo, 
não para reclamar e sim para agradecer !!!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

SIMONE


Tentar pode ser um gesto desesperado de recuperar o já perdido. 
Insistir é respirar a esperança de que o perdido possa ser novamente vivido. Tentar e insistir só nos diz o quanto estamos perdidos. 
E perdidos podemos estar completamente equivocados.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

222 MIL VISITANTES DE 60 PAÍSES !!!



 1.  ALEMANHA
 2.  ANGOLA
 3.  AUSTRALIA
 4.  AUSTRIA
 5.  ARÁBIA SAUDITA
 6.  ARGENTINA
 7.  AZERBAIJÃO
 8.  BÉLGICA
 9.  BIELORÚSSIA
10. BRASIL
11. BULGARIA
12. CANADA
13. CHILE
14. CHINA
15. CINGAPURA
16. COLÔMBIA
17. CORÉIA DO SUL
18. CROÁCIA
19. DINAMARCA 
20. ESPANHA
21. EMIRADOS ARÁBES
22. EGITO
23. EQUADOR
24. ESTÔNIA
25. EUA
26. ITALIA
27. ÍNDIA
28. INDONÉSIA
29. IRAQUE
30. IRLANDA
31. ISRAEL
32. FINLÂNDIA
33. FRANÇA
34. GRÉCIA
35. HOLANDA
36. JAPÃO
37. LÍBIA
38. LITUÂNIA
39. LUXEMBURGO
40. MACEDÔNIA
41. MALÁSIA
42. MÉXICO
43. RÚSSIA
44. PARAGUAI
45. PERU
46. PORTUGAL
47. POLÔNIA 
48. QUÊNIA
49. REINO UNIDO
50. ROMÊNIA
51. RÚSSIA 
52. SÉRVIA
53. SUÉCIA
54. SUIÇA
55. TAIWAN 
56. TURQUIA
57. UCRÂNIA
58. URUGUAI 
59. VENEZUELA
60. ZIMBÁBUE

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Noite e Dia !!




A Lua já estava feita ...
Então fez se o Sol ...

Quem conhece a Noite ...
Sabe quão difícil é o dia ...

E quem trabalha de dia ..
Pode não conhecer as dificuldades da Noite ...

Assim são duas tribos 
Que se conhecem ...
Mas não convivem ...

Entre a Noite e o dia ...
Existe o Sonho  !!!

Entre o dia e a noite 
Existe a Realidade !!!

Cada um no seu caminho ...
Assim comunhamos ...
e assim comungamos ...




quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

CÁSSIA RODRIGUES



Seios
Seios, seiva, vida
Seios, sulcos com a seiva da vida
Seios, seiva a encher a boca
Seios a encher de gozo
E alimentar a vida!

Seios, seiva, vida
Seios, seiva a encher a boca 
Seios, seiva a aquecer o corpo 
Seios a encher de gozo

E lambuzar a vida!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

LÊDO IVO !!!





O CAMINHO BRANCO
Lêdo Ivo (18 de fevereiro, nascimento do poeta)
Vou por um caminho branco
Viajo sem levar nada.
Minhas mãos estão vazias.
Minha boca está calada.
Vou só com o meu silêncio
e a minha madrugada.
Não escuto, entre os barrancos,
a voz do galo estridente
que, na treva do terreiro,
anuncia as alvoradas.
Nem mesmo escuto a minha alma:
não sei se ela vai dormindo
ou me acompanha acordada,
se ela é vento ou se ela é cinza
ou nuvem rubra raiante
no dia que se levanta
como vela desdobrada
em nave que corta as vagas.
Não sei nem mesmo se é alma
ou apenas sal de lágrimas.
Vou por um caminho branco
que parece a Via Láctea.
Só sei que vou tão sozinho
que nem sequer me acompanho,
como se eu fosse um caminho
pisado por vulto estranho.
Não sei se é dia ou se é noite
o que surge à minha frente,
se é fantasma do passado
ou vivente do presente.
Não sei se é a torrente clara
da água que corre entre pedras
ou se um gavião me espreita
oculto no nevoeiro,
espantalho prometido
ao meu dia derradeiro.
Atravessando barrancos
e plantações de tomate
e ouvindo o canto escarlate
de airosos galos polacos,
vou por um caminho branco:
brancura de bruma e prata.
Entre tufos de carqueja
há constelações de orvalho
e um clarão de meio-dia
cega a minha madrugada.
Vou como vim, sem saber
a razão da travessia.
Nem sequer levo na boca
o gosto de água salgada
que relembra a minha infância
feita de mar e de mangue.
Nem sequer levo nos olhos
- nos meus olhos de menino -
a mancha rubra de sangue
deixada pelo assassino
que vi certa madrugada.
Vou por um caminho branco
e nada levo nem tenho:
nem ninho de passarinho
nem fogo santo de lenho.
Só vou levando o meu nada.
Foi tudo quanto juntei
para oferecer a Deus
nesta madrugada.
***
Lêdo Ivo faleceu no dia 23 de dezembro de 2012 aos 88 anos, em Sevilha (Espanha). Nasceu no dia 18 de fevereiro de 1924, Maceió (AL).

PATRICIA AMARAL



Boa tarde!! 
Neste mês que nasci, já muitíssimos valiosos presentes recebi.. 
A gratidão de meu coração, nem Diogenes a poderia descrever.. 
Há , todavia, uma amada amiga que minh'alma anseia servir.. 
A ela hoje sobe meu canto, para que me ouvindo me digas aonde ir... 
" Panacea amiga eterna em que árvore repousas tu querida minha? 
Tuas irmãs e eu te buscamos... 
Hygea a tenho a meu lado e Iaso seus com seus vestidos me adornou. 
Aceso me trouxe sapatos luzentes e seu tapete carmim para mim estendeu. 
Aglæa mais um ano teve compaixão de mim e uma pedrinha preciosa deixou em meu camarim. 
Teus irmãos também de meu odre vieram se servir.. 
Podaleirus me deixou um pergaminho e nele seu sêlo azul me determinou paz. 
A Machaon também sorvi com meu néctar e com seu cetro de Esmeralda 
tocou em pescoço e me deu um colar chamado esperança..
Telesphorus me recebeu em sua recâmara e com seu anel rubináceo 
renovou comigo nossos votos de lealdade eterna.. 
Somente tu querida amiga ainda não tive a honra de a voz ouvir.. 
Por que em silêncio te quedas tranqüila, ao me ver por ti diligentemente buscando? 
De meu néctar não te agradas mais? 
Fui-te eu desrespeitosa em alguma circunstância? 
Se o fui óh amada de minh'alma, perdoa minha natureza humana e deixa-me um dia si te servir com nobreza o precioso cálice que te sorve as entranhas... 
Me dizes em que árvore repousas tu óh mais bela dentre todas e a teu encontro irei e te servirei.. 
Bem sabes tu o apreço que tenho por ti.. 
À tua presença se acostumou meu espírito, ao teu perfume se apegou minha alma 
e sem tua suave canção meu corpo fenece.. 
Me dizes em que árvore repousas tranqüila óh encantadora Panacea 
e meu néctar a ti levarei eu de incontinenti.. 
Bem sei eu o poder do amor que repousas em teu brando e certeiro olhar 
e com ele te peço que venhas meu espírito, alma e corpo uma vez mais abençoar.. 
Deixa-me somente à copa de tua árvore repousar e meu néctar em teu cálice derramar..."
Panacea by Patricia Amaral

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

OS QUATRO CAVALEIROS



Os quatro cavaleiros 
do Apocalipse...
Incansavelmente procuravam..
não os pecadores..
e sim os pescadores...
Onde estariam os peixes ?
Revelar o segredo ?
Onde estaria 
guardada a agua ?
tão aguardada !


Bacchanal by Jean-Yves Klein !!!




The Bacchanal is having an effect. In the early hours of the evening, when the last of the daylight falls gently across the room, at night, when languorous thoughts are next to its scenery, and during the day when a heartfelt bliss dispels the austerity for a few hours. Whenever the allure of being seen strikes, it bestows on the experience a stunning scene, making a large imagined space truly sublime.

Whoever enters the Gendarmerie is welcomed. While people who seem to belong to a bygone era greet guests and fulfil their initial desires, the Bacchanal is still hesitant.

It is there, unmissable, elevated, even now strangely noticeable, but the gaze does not get caught up in it. We first of all need a fixed place in the room, a brief moment of having arrived, perhaps even a first drink, another look. Then, awareness of its size grows, followed by the realisation that something can be seen in it, testifying to a wonderful belief in the absolute necessity of art.

In this moment it opens up. It begins to vibrate, colours begin to shimmer, individual figures are discernible. It stirs and looks for those hopeful of a gathering which is dedicated to the power that has long been considered divine, intoxicated, and with complete abandon. Men and maenads, the latter being muses rather than frenzied women, idolise and confuse one another. 

There are the bacchantes and the hopelessly debauched. They search for the bacchanal of which they are part and guide us to its source and its shoots. They evoke the power of earlier feasts to venerate the Roman Bacchus, the mythological equivalent of the Greek Dionysus, venerated in more ancient times. These patrons of fertility and ecstasy were gods, but it is clear that everything associated with them, both then and now, is deeply human. Joy in this humanity can open a kaleidoscope, reach the best art with happiness. Its images unfold from the unique moment of the action which the motif can show. Here it is selected so incisively that it makes what comes before and after not only comprehensible but also viable. It is as if some lines of forgotten poetry composed by the blind Homer, who emerges from a cask on the left in black and white as he follows what is going on, had overcome the limits of painting with gently formulated suggestions and a subtle sensuality.

A panorama, both immovable and transitory, emerges for and with the composed space. The way in which its figures express themselves, the way in which their heads, their eyes, their hands and their garments, together with their forms and colours, operate beyond the motif, accounts for its effectiveness. Painters have thus always been able to induce belief in a romantic extension of one’s own existence. Since the Renaissance has also made public images of the sensual and the earthly heroic, these images are closely linked to spaces that serve the most distinguished events of courtly, civic and political culture. They perform a decorative function and also support the power of the imagination to integrate the self into more prestigious traditions. Abstract stories, which form part of the collective memory, are translated into an effective juxtaposition of a specific image and its lyrically construed interpretation by an artist’s portrayal, an artist who knows the power of imagination of his or her contemporary public. Hope grows of participation in a world that is far abstracted from the everyday yet suddenly seems to be palpable. The picture in the room supports the possibility of finally being able to physically experience the imagination, long dreamed-of and happily believed.

Viewing the Bacchanal in this way means encountering the dreamed-of. The painter’s imagination motivates the viewer. Whoever follows him will ultimately succeed in embracing life.

Wolfgang Schöddert, 14. August 2009http://www.jean-yves-klein.de/BACCHANAL.html

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

SIMONE


Tem dias que sinto...
outros que finjo sentir.
Alguns que espero sentir...
Outros que quero sentir.
E no final, sentir parece não ter a menor importância
Dias assim passam, sempre...

domingo, 15 de fevereiro de 2015

DANTE IN DEUTSCH



In der Mitte unserer Lebensbahn
kam ich zu mir in einem finsteren Wald,
denn der gerade Weg war verfehlt.

Ach, wie hart kommt es mich an zu sagen,
beschaffen war, dieser wilde, rauhe, beschwerliche Wald,
der schon im Gedenken die Furcht erneuert.




Nel mezzo del cammin di nostra vita
mi ritrovai per una selva oscura,
ché la diritta via era smarrita.

Ahi quanto a dir qual era è cosa dura
esta selva selvaggia e aspra e forte
che nel pensier rinova la paura.

Andre Rieu - Romantic Italian Music orch

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

JOHN DONNE (1572-1631)



ELEGY XII - HIS PARTING FROM HER


Think, heaven hath motion lost, and the world, fire :
Much more I could, but many words have made
That, oft, suspected which men would persuade;
Take therefore all in this: I love so true,
As I will never look for less in you.  


Pensa que o céu perdeu o movimento, e o mundo fogo:
Muito mais diria, mas muito palavreado torna
Suspeito aquilo que os homens persuadiria.
Considera tudo nisto: eu amo tão verdadeiramente,
Que nunca esperarei por menos vindo de ti.

Tradução Helena Barbas
Elegias Amorosas
Assírio & Alvim Editores

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

CÁSSIA RODRIGUES


Pacto com a felicidade

Fiz um pacto com a felicidade
E nele ficou estabelecido:
Não morrer de amor,
Não viver sonhos impossíveis,
Não acalentar velhas e novas tristezas,
Não cativar a solidão
E jamais deixar de sorrir!!!
Assim, só poderei:
Sorrir à toa,
Falar pequena besteiras,
Conviver com os amigos
E dar grandes gargalhadas
que lavam a alma!!
Fiz um pacto com a felicidade
E com a alegria que aquece o peito

Pelo prazer de simplesmente viver!

ILYA GLAZUNOV - Илья Глазунов



The artist’s father was an historian named Glazunov Sergey Fedorovich. His mother's name was Glazunova Olga Konstantinovna. Ilya Glazunov survived World War II, in part because in 1942, then-eleven-year-old Ilya was transported from besieged Leningrad along the Road of Life. He stayed in the village of Greblo in the Novgorod region after his entire family perished from starvation. In 1944, he returned to Leningrad and studied in the secondary art school. From 1951 to 1957 he studied art under the direction of Professor Boris Ioganson.
In 1956, he married the love of his life, Nina Vinogradova-Benois. He painted the image of Nina in many of his works. Nina Aleksandrovna was a descendant of the Benois family, a familiar name art history. Her uncle was the artistic director of the La Scala Opera for 30 years.
Glazunov's success at the International competition of Young Artists in Prague prompted the opening of his first single exhibition in Moscow. Soon after in the 1960s, he traveled to Italy for the first time to paint the portrait of many famous actors and actress, among all Gina Lollobrigida and Anita Ekberg. In 1978, Glazunov started teaching in the Moscow University of Art. Their children Ivan and Vera have both become artists. His wife died in 1986.
  • The Great Experiment. Glazunov's epic canvas on Russia in the 20th century.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

NAVI STORICHE



NomeDescrizioneImmagine
BrigantinoVeliero con due alberi a vele quadre (di trinchetto verso prua e di maestra a poppa) e bompresso. Sull'albero di maestra era ordinariamente inferita anche una randa. Quando vi era un terzo albero (di mezzana con vele auriche) si parlava di brigantino a palo.Falado.jpg
CaravellaTipo di nave in legno, introdotta nel 1441 dai portoghesi. Era più piccola della caracca, ma più robusta e veloce. Rimase in uso per tutto il XV secolo, e diede un grande impulso alla navigazione di quell'epoca.Caravela Vera Cruz no rio Tejo.jpg
ClipperI Clipper furono veloci navi a vela a tre alberi adibite al trasporto delle merci su rotte oceaniche che furono utilizzate sul finire del XIX secolo. Il nome in inglese indica andare veloci o andare di bolina. Il primo vascello di questo tipo ad essere varato è forse stato il Baltimore, realizzato negli USA. Nella foto il Cutty Sark, ormeggiato a Greenwich, nelle prossimità di Londra.The Cutty Sark 2005-01-24.jpg
CoccaLa cocca fu una grande nave medievale, di forma rotonda, che poteva raggiungere una stazza di 1.000 tonnellate. Essa può essere considerata la più importante delle grandi navi a vela che seguirono il periodo della navi a propulsione mista – remi e vele.Kieler Hansekogge 2007 vorne.jpg
CorvettaLa corvetta era una nave con un solo ponte di batteria, di piccolo tonnellaggio (da 150 a 400 tonnellate), usata per servizi di scorta ai convogli e incursioni contro il traffico costiero avversario.Astrolabe Urville.png
FregataQuesto termine è stato utilizzato per una varietà di navi di ruoli e dimensioni differenti. Durante il periodo dell'utilizzo delle vele come mezzo di locomozione, è stato usato per una nave più piccola e più veloce di un vascello, dotata di un solo ponte di batteria e con un numero di cannoni fino a 44 per le più pesanti fregate costruite. In alcuni casi vascelli obsoleti vennero modificati eliminando i cannoni del ponte di coperta (tecnicamente rasate) e trasformati in fregate pesanti.USS Boston (1799).jpg
GaleaLa galea o galera è una tipologia di nave da guerra che fu usata nel Mediterraneo per oltre duemila anni; il suo uso declinò a partire dal XVII secolo, quando venne soppiantata dal galeone.Trireme ugglan.gif
GaleoneIl galeone è un poderoso veliero da guerra progettato per affrontare la navigazione oceanica, molto diffuso nel XVI e XVII secolo. Rispetto alla caracca il galeone aveva dimensioni maggiori, in genere lunghezza tripla rispetto alla larghezza, la quale era doppia rispetto all'altezza.Mauritius - Detail uit Het uitzeilen van een aantal Oost-Indiëvaarders van Hendrick Cornelisz Vroom (1600).jpg
GolettaLa goletta è un'imbarcazione a vela, ovvero un bastimento, fornita di due alberi leggermente inclinati verso poppa ed armati con vele auriche; presenta il bompresso, ossia l'albero inclinato protendente dalla prua dell'imbarcazione.Goletta Oloferne
TriremeLa trireme era un'antica nave feniciagreca e romana che utilizzava come propulsione, oltre alla vela, tre file di rematori disposti sulle due fiancate dello scafo. Vi era un solo albero e la vela era rettangolare (e qualche volta triangolare).Trireme 1.jpg
VascelloNave da guerra sviluppata a partire dal XVII secolo e che divenne la principale nave da battaglia delle marine militari, unica a trovare posto nella linea di fila. Inizialmente soltanto su due ponti, verso la fine del XVIII secolo venivano costruiti vascelli a tre o quattro ponti, con 100 o più cannoni. Verso la fine del secolo cadde progressivamente in disuso a causa dei suoi costi di gestione e della maggiore flessibilità d'uso della più piccola ma agile fregata che man mano lo rimpiazzò nell'uso operativo, pur venendo questa dotata di un'artiglieria più potente, sull'esempio delle fregate pesanti statunitensi.Victory Portsmouth um 1900.jpg
Nave a vapore o piroscafoImbarcazione mossa da una macchina a vapore con trazione a ruota o a elica.