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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Silêncio e Sorriso !!!




Era uma dupla extraordinária !
Silêncio e Sorriso !
Quem nasceu primeiro ?
Talvez um provérbio possa ajudar  ...

" A Mudez antecede a grande vontade de falar, assim como o primeiro passo antecede as grandes caminhadas. "

Silêncio vivia engasgado, tinha tanto para falar ! E quando decidiu colocar para fora, sabem o que aconteceu ?
Ficou Mudo !!!

Sorriso sem entender nada e também sem saber se expressar muito bem, apenas sorriu !!! Sabendo que o sorrir antecede a gargalhada e a compreensão do Mundo !!!
Assim resolveu contar uma história :

" Há muito tempo atrás, os Homens não sabiam o que era o Céu ! Assim quando começava a escurecer, fugiam da noite se escondendo onde podiam !
Com o tempo perceberam que fechar os olhos também era uma forma de se proteger !
Alguns descobriram que a terrível Noite poderia levá-los a lugares melhores e assim surgiam os sonhos !!!
Outros se perdiam dentro de si, nascendo assim os pesadelos !!!

Cada um trilhava o seu caminho de estrelas. Assim minúsculas luzes viravam  enormes constelações !

A viagem inicialmente individual se transformava nessa maravilhosa aventura chamada Humanidade !!! "

Se alguns entendem o silêncio como a ausência de diálogos, outros o percebem como o melhor presente para compreender o próximo e a partir daí continuar na Construção de um Mundo Melhor !!!

terça-feira, 30 de agosto de 2016

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

A MARGARIDA !!!


Um dia escreverei
sobre uma Margarida...
Será que ela quer..
que eu escreva para ela ?

Bem me quer...
Mal me quer...
Bem me quer...
Mal me quer...

Quem inventou,
deveria estar apaixonado
ou querendo estar !!!!

Marco Coiatelli
28 VII 14

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Gonçalves Dias em Francês




CHANT DE L'EXIL 

Je viens des palmeraies
Où chante le sabiá ;
Les oiseaux y gazouillent
Tout autrement qu'ici.

Chez nous les prés don't plus fleuris,
Les cieux plus étoilés,
Nos forêts on plus de vie,
Et nos vies - plus d'amours.

Je goûte mieux là-bas
Mes rêves solitaires,
Je viens de palmeraies
Où chante le sabiá 

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

CARDEAL OTAVIO !!!



Dom Otavio finalmente tinha sido nomeado Cardeal !!!
Agora aumentaria o rebanho e as responsabilidades...
Ele que nunca tinha pensado em promoções ...
Gostaria de continuar naquela tranquila 
paróquia na cidade de Bons Prazeres !!!
Agora mudaria para a cidade de Boas Dificuldades !!!
e assim de Bons para Boas ele ia se aperfeiçoando !!!

Anna e Marco- Fiorella Mannoia e Giuliano Sangiorgi- Tributo a Lucio Dal...

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Giuliano Sangiorgi in Felicità con Paolo Fresu. Omaggio a Lucio Dalla

CYPRUS



Tanya viajaria para
uma cidade desconhecida !!!
Carregava apenas uma foto !!!
O que parecia muito..

Descobrir o que ?
Ainda não sabia ...

Histórias ...
as guardavam na Memória..

Vontades ...
se encontravam no corpo...

e os Desejos ?
Se perdiam no coração...
 
 
 

sábado, 20 de agosto de 2016

LIVROS DE BRASILEIROS PUBLICADOS NA ALEMANHA.






– Adolfo Caminha: Tropische Nächte (título original: Bom Crioulo), Editora Clandestino Publikationen, tradução de Rui Magone.
 – Adriana Lisboa: Der Sommer der Schmetterlinge (título original: Sinfonia em branco), editora Aufbau, tradução de Enno Petermann.
– Ana Paula Maia: Krieg der Bastarde (título original: A guerra dos bastardos),  A1 Verlag, tradução de Wanda Jakob.
– Andréa del Fuego: Geschwister des Wassers (título original: Os Malaquias), Carl Hanser Verlag, tradução de Marianne Gareis.
– Antonio Callado: Der Tote im See (título original: Esqueleto na Lagoa Verde: Ensaio sobre a vida e o sumiço do coronel Fawcett), editora Berenberg, com tradução de Peter Kultzen. (com posfácio de Samuel Titan)
– Beatriz Bracher: Antonio (título original: Antonio), Editora Assoziation A, tradução de Maria Hummitzsch.
– Bernardo Carvalho: Dreihundert Brücken (título original: O filho da mãe), editora Luchterhand, tradução de Karin von Schweder-Schreiner.
– Bernardo Kucinski: K. (título original: K.), Editora Transit, tradução de Sarita Brandt.
– Clarice Lispector. Duas obras para adulto pela editora Schöffling & Co (que planeja publicar toda a obra da autora na Alemanha): Nahe dem wilden Herzen (título original: Perto do coração selvagem), com tradução original de Ray-Güde Mertin revista nesta edição por Corinna Santa Cruz; e Der Lüster (título original O lustre), com tradução de Luis Ruby. Também chegou à FBN um título para criança da autora, lançado pela Editora Hentrich&Hentrich: das geheimnis des denkenden hasen und andere geschichten(título original: O mistério do coelho pensante e outros contos), com tradução de Marlen Eckl.
– Daniel Galera: Flut (título original: Barba ensopada de sangue), Editora Suhrkamp, tradução de Nicolai von Schweder-Schreiner.
– Edney Silvestre: Der letzte Tag der Unschuld (título original: Se eu fechar os olhos agora), Editora Limes, tradução de Kirsten Brandt.
– Felipe Pena: Das Diplomgeschäft (título original: A fábrica de diplomas), Arara-Verlag, tradução de Wiebke Augustin e Carla Martins de Barros Köser.
– Graciliano Ramos: Kindheit (título original: Infância), Editora Wagenbach, tradução de Inés Koebel.
– Haroldo de Campos: Termitenlog (antologia de poemas do autor), Edition Delta, tradução de Juana e Tobias Burghardt.
– João Guimarães Rosa: Miguilim (título original: Corpo de baile), Editora Wagenbach (reedição), tradução de Curt Meyer-Clason.
– João Paulo Cuenca: Mastroianni. Ein Tag (título original: O dia Mastroianni), A1 Verlag, tradução de Michael Kegler.
– Luiz Ruffato: Mama, es geht mir gut (título original: Mamma, son tanto felice), Editora Assoziation A, tradução de Michael Kegler.
– Mayra Dias Gomes: Die Geschichte von Satine (título original: Fugalaça), Arara-Verlag, tradução de Wiebke Augustin e Carla Martins de Barros Köser.
– Michel Laub: Tagebuch eines Sturzes (título original: Diário da queda), Editora Klett-Cotta, tradução de Michael Kegler.
– Moacyr Scliar: Der Krieg in Bom Fim (título original: A guerra no Bom Fim), Editora Hentrich & Hentrich, tradução de Marlen Eckl; Kafkas Leoparden (título original: Os leopardos de Kafka), Editora Lilienfeld, tradução de Michael Kegler.
– Olga Benário e Luiz Carlos Prestes: Briefwechsel aus Gefängnis und KZ(correspondência enviada da prisão e do campo de concentração), organizado por Robert Cohen, Editora Wallstein, tradução de Niki Graça.
– Patrícia Melo: Leichendieb (título original: Ladrão de cadáveres), Editora Klett-Cotta, tradução de Barbara Mesquita.
– Rachel de Queiroz: Die Drei Marias (título original: As três Marias), Editora Wagenbach (reedição), tradução de Ingrid Führer.
– Antologia: Der schwarze Sohn Gottes – 16 Fussballgeschichten aus Brasilien, organização de Luiz Ruffato, Editora Assoziation A, com o time de 7 tradutores: Anne Essel, Kirsten Brandt, Maria Hummitzsch, Marianne Gareis, Markus Hediger, Michael Kegler, Wanda Jakob.
– Antologia: Popcorn unterm Zuckerhut – Junge brasilianische Literatur, organizado por Timo Berger, Editora Wagenbach, com o time de 7 tradutores:  Enno Petermann, Maria Hummitzsch, Marianne Gareis, Michael Kegler, Odile Kennel, Sarah Otter, Timo Berger.

FONTE : https://bookcenterbrazil.wordpress.com/2013/10/22/titulos-brasileiros-publicados-com-apoio-da-fbn-na-alemanha/

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

EUCLIDES DA CUNHA (1866-1909)




Servis!… dançai, folgai – na régia bacanália… 
Quadro-voz essa luz que nos raios espalha 
A treva e o crime atrai!…
Valsai – nesse delírio atroz, brutal que assombra - 
Folgai… a grande Luz espia-vos na sombra! 
Folgai, cantai – valsai!…
Que vos importa – ó vis, caricatos atletas - 
Se o povo dorme nu – nas lôbregas sarjetas - 
Entre o pântano e os Céus!….
Q’importa se essa luz – faz as noites da História! 
Q’importa se os heróis ‘stão entre a lama e a Glória 
Entre a miséria e Deus!…
Q’importa-vos a dor; – a lágrima brilhante 
Do seio dos heróis -, estrela palpitante 
Que ao céu do porvir vai…
Q’importa-vos a honra, a consciência, a crença, 
A justiça, o dever!?… ah! vossa febre é imensa! - 
Folga, folgai, folgai!…
Q’importa-vos a Pátria…a pátria – é-vos um nome!…. 
Q’importa-vos o povo – esse galé da fome - 
Ó cortesãos, ó rei!?
Se o olhar das barregãs, de amor e febre aceso 
Vos ferve dentro d’alma – e se o direito é preso 
Nessa grilheta – Lei!
Fazeis bem em rir – ó pequeninos seres… 
O crime, o vício e o mal são os vossos deveres - 
Avante pois – gozai…
Atufai-vos – rolai ó almas guarida - 
No abismo fundo e frio – o seio da perdida!… 
– Cantai… cantai, cantai!…
Gritai com força! assim… não percebeis agora 
O eco de vossa voz?… – de vossa voz sonora - 
Tremer na vastidão!?
Não ouvis as canções que o seu frêmito espalha?… 
Ele desce de Deus – ó dourada canalha - 
Ele é – Revolução!…

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Somos crianças ...





Somos crianças ...
Quando queremos o Impossível !!!

Somos crianças ... 
quando não queremos dormir !!!

Somos crianças ...
Quando queremos brincar !!!

Somos crianças ...
Quando queremos crescer !!!

Somos crianças ...
Quando queremos o Infinito !!!

Somos crianças ...
Quando choramos !!!

Somos crianças ...
Quando não estamos preocupados !!!

MARCO COIATELLI
01-VII-14

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

ANTONIO MACHADO TRADUZIDO POR MARIA TERESA PINA



Cantares (Antonio Machado)

Nunca persegui a glória
nem deixar na memória
dos homens minha canção
eu amo os mundos sutis
leves e gentis,
como bolhas de sabão


Gosto de ver-los pintar-se
de sol e grená, voar
abaixo o céu azul, tremer
subitamente e quebrar-se…


Nunca persegui a glória
Caminhante, são tuas pegadas
o caminho e nada mais;
caminhante, não há caminho,
se faz caminho ao andar


Ao andar se faz caminho
e ao voltar a vista atrás
se vê a senda que nunca
se há de voltar a pisar


Caminhante não há caminho
senão há marcas no mar…


Faz algum tempo neste lugar
onde hoje os bosques se vestem de espinhos
se ouviu a voz de um poeta gritar
“Caminhante não há caminho,
se faz caminho ao andar”…


Golpe a golpe, verso a verso…
Morreu o poeta longe do lar
cobre-lhe o pó de um país vizinho.
Ao afastar-se lhe viram chorar
“Caminhante não há caminho,
se faz caminho ao andar…”


Golpe a golpe, verso a verso…
Quando o pintassilgo não pode cantar.
Quando o poeta é um peregrino.
Quando de nada nos serve rezar.
“Caminhante não há caminho,
se faz caminho ao andar…”


Golpe a golpe, verso a verso.
(Tradução de Maria Teresa Almeida Pina)


Cantares




Antonio Machado





Todo pasa y todo queda,



pero lo nuestro es pasar,



pasar haciendo caminos,



caminos sobre el mar.





Nunca persequí la gloria,

ni dejar en la memoria

de los hombres mi canción;

yo amo los mundos sutiles,

ingrávidos y gentiles,

como pompas de jabón.


Me gusta verlos pintarse

de sol y grana, volar

bajo el cielo azul, temblar

súbitamente y quebrarse…

Nunca perseguí la gloria.

Caminante, son tus huellas

el camino y nada más;

caminante, no hay camino,

se hace camino al andar.


Al andar se hace camino

y al volver la vista atrás

se ve la senda que nunca

se ha de volver a pisar.


Caminante no hay camino

sino estelas en la mar…


Hace algún tiempo en ese lugar

donde hoy los bosques se visten de espinos

se oyó la voz de un poeta gritar

“Caminante no hay camino,

se hace camino al andar…”

Golpe a golpe, verso a verso…

Murió el poeta lejos del hogar.

Le cubre el polvo de un país vecino.

Al alejarse le vieron llorar.

“Caminante no hay camino,

se hace camino al andar…”

Golpe a golpe, verso a verso…

Cuando el jilguero no puede cantar.

Cuando el poeta es un peregrino,

cuando de nada nos sirve rezar.

“Caminante no hay camino,

se hace camino al andar…”

Golpe a golpe, verso a verso.

FONTE :  BLOG
http://blogs.utopia.org.br/poesialatina/cantares-antonio-machado/

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

MARIO VARGAS LLOSA - NOBEL 2010 - parte 1




Aprendí a leer a los cinco años, en la clase del hermano Justiniano, en el Colegio de la Salle, en Cochabamba (Bolivia). Es la cosa más importante que me ha pasado en la vida. Casi setenta años después recuerdo con nitidez cómo esa magia, traducir las palabras de los libros en imágenes, enriqueció mi vida, rompiendo las barreras del tiempo y del espacio y permitiéndome viajar con el capitán Nemo veinte mil leguas de viaje submarino, luchar junto a d’Artagnan, Athos, Portos y Aramís contra las intrigas que amenazan a la Reina en los tiempos del sinuoso Richelieu, o arrastrarme por las entrañas de París, convertido en Jean Valjean, con el cuerpo inerte de Marius a cuestas.
La lectura convertía el sueño en vida y la vida en sueño y ponía al alcance del pedacito de hombre que era yo el universo de la literatura. Mi madre me contó que las primeras cosas que escribí fueron continuaciones de las historias que leía pues me apenaba que se terminaran o quería enmendarles el final. Y acaso sea eso lo que me he pasado la vida haciendo sin saberlo: prolongando en el tiempo, mientras crecía, maduraba y envejecía, las historias que llenaron mi infancia de exaltación y de aventuras.
Me gustaría que mi madre estuviera aquí, ella que solía emocionarse y llorar leyendo los poemas de Amado Nervo y de Pablo Neruda, y también el abuelo Pedro, de gran nariz y calva reluciente, que celebraba mis versos, y el tío Lucho que tanto me animó a volcarme en cuerpo y alma a escribir aunque la literatura, en aquel tiempo y lugar, alimentara tan mal a sus cultores. Toda la vida he tenido a mi lado gentes así, que me querían y alentaban, y me contagiaban su fe cuando dudaba. Gracias a ellos y, sin duda, también, a mi terquedad y algo de suerte, he podido dedicar buena parte de mi tiempo a esta pasión, vicio y maravilla que es escribir, crear una vida paralela donde refugiarnos contra la adversidad, que vuelve natural lo extraordinario y extraordinario lo natural, disipa el caos, embellece lo feo, eterniza el instante y torna la muerte un espectáculo pasajero.
No era fácil escribir historias. Al volverse palabras, los proyectos se marchitaban en el papel y las ideas e imágenes desfallecían. ¿Cómo reanimarlos? Por fortuna, allí estaban los maestros para aprender de ellos y seguir su ejemplo. Flaubert me enseñó que el talento es una disciplina tenaz y una larga paciencia. Faulkner, que es la forma –la escritura y la estructura– lo que engrandece o empobrece los temas. Martorell, Cervantes, Dickens, Balzac, Tolstoi, Conrad, Thomas Mann, que el número y la ambición son tan importantes en una novela como la destreza estilística y la estrategia narrativa. Sartre,que las palabras son actos y que una novela, una obra de teatro, un ensayo, comprometidos con la actualidad y las mejores opciones, pueden cambiar el curso de la historia. Camus y Orwell, que una literatura desprovista de moral es inhumana y Malraux que el heroísmo y la épica cabían en la actualidad tanto como en el tiempo de los argonautas, la Odisea y la Ilíada.

TO CITE THIS PAGE:
MLA style: "Mario Vargas Llosa - Nobel Lecture". Nobelprize.org.7 Feb 2011 http://nobelprize.org/nobel_prizes/literature/laureates/2010/vargas_llosa-lecture_sp.html.


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

TORRES GARCIA (1874-1949)



Hijo de María García Pérez y Joaquín Torres Fradera.1
Joaquín Torres Fradera en 1891 traslada su familia de vuelta a Mataró su pueblo natal en Cataluña y luego a Barcelona. Torres-García tomó lecciones de pintura con Josep Vinardell. Su primer óleo lo realizó en 1891 en Mataró, a la edad de 17 años.
En 1894 ingresó en la «Escuela Oficial de Bellas Artes de Barcelona», y también asistió a la Academia Baixas y al «Cercle Artistic de Sant Lluc».
En 1903 trabajó con Antonio Gaudí y participó del movimiento noucentista catalán.
En 1904 realizó con Iu Pascual una exposición en el «Círcle Artístic de Sant Lluc». Ese mismo año comenzó a escribir sobre arte, cosa que haría durante toda su vida, con un artículo en la revistaUniversitat catalana.
En 1912 exposición de pinturas y dibujos en Galería Dalmau. El texto del catálogo es de Eugenio D'Ors. Crítica en la Publicidad por Roma Jori.
En 1910 recibe el encargo, por medio del escritor Roberto J.Payro de pintar dos murales La Agricultura y La Ganadería para en el pabellón uruguayo de la Exposición Universal. Expone en el Fayans Catala cincuenta obras.2
En 1911 participa en la exposición Internacional de Arte de Barcelona con La Filosofía presentada por Palas en el Parnaso como Décima musa. «Se trata de una escena sobria, contenida, de gran pureza formal por su marcado geometrismo y regularidad, sin el dinamismo ni la expresividad que hemos visto en el simbolismo del que intenta alejarse». Texto de la exposición De Gaudí a Picasso. Tomás Llorens y Boye Llorens (IVAM) 15 de marzo - 27 de junio 2010.3 4
En 1917 junto al pintor Rafael Sala expuso en las Galerías Dalmau de Barcelona. Publica "Art Evolucio", en Un Enemie del Poble, No. 8 Noviembre 1917.5
En 1921 viajó a Nueva York. Volvió a Europa en 1922.
En 1924 se instaló en un pueblo de la Costa Azul y en 1926 se trasladó a París. En 1929 Organiza gran exposición de Arte Moderno Nacional y Extranjero desde París para Galerías Dalmau en Barcelona. Participan Hans ArpSophie Taeuber-Arp,DoesburgMondrian, y Van Rees entre otros. Exposición que reunió un grupo grande de artistas relacionados a De Stijl.6
En 1932 regresó a España, donde se instaló durante dos años.
En 1934 Torres García viaja a Montevideo acompañado de su esposa Manolita Piña y de sus 4 hijos, Olimpia, Augusto, Ifigenia y Horacio. A su llegada al puerto de Montevideo fue recibido por una importante comitiva, y de inmediato comenzó una gran actividad con entrevistas, conferencias y exposiciones. Fundó la Asociación de Arte Constructivo, luego el Taller Torres García, la «Escuela del Sur». El 24 de mayo de ese año brindó su primera conferencia en el Paraninfo de la Universidad de la República organizada por la institución «Arte y Cultura Popular». Y el 5 de junio inauguró su primera exposición individual realizada en Montevideo, en el local de «Amigos del Arte». Ese mismo año fue nombrado Profesor de la Facultad de Arquitectura de la Universidad de la República.
En 1935 publicó el libro Estructura.
En 1936 publica la revista de la Asociación de Arte Constructivo «Círculo y Cuadrado» la cual es una continuidad de la revista «Cercle et Carré» que el publica anteriormente en París. Es en ese número que aparece una de las versiones del muy conocido dibujo de Torres García que representa el mapa de América del Sur orientado con el sur en la parte superior.
En 1938 se publica La tradición del hombre abstracto.
En 1939 se publica Metafísica de la prehistoria Indoamericana.
En 1941 se publica La ciudad sin nombre.
En 1944 se inauguran las pinturas murales del Hospital Saint Bois. Gana el Gran Premio de Pintura del VIII Salón Nacional de Bellas Artes con su óleo Paisaje de Menton. Se publica Universalismo constructivo, libro que constituye la base para entender su visión del arte.
En 1948 se empieza a construir la casa de Torres García en la calle Caramurú 5612, diseñada por los arquitectos Ramón Menchaca y Ernesto Leborgne.
Muere en 1949.

http://es.wikipedia.org/wiki/Joaqu%C3%ADn_Torres_Garc%C3%ADa