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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

NEFERTITI


As origens familiares de Nefertiti são pouco claras. O seu nome significa "a mais Bela chegou", o que levou muitos investigadores a considerarem que Nefertiti teria uma origem estrangeira, tendo sido identificada por alguns autores como Tadukhipa, uma princesa do Império Mitanni (império que existiu no que é hoje a região oriental da Turquia), filha do rei Tushratta. Sabe-se que durante o reinado de Amen-hotep III chegaram ao Egito cerca de trezentas mulheres de Mitanni para integrar o harém do rei, num gesto de amizade daquele império para com o Egito; Nefertiti pode ter sido uma dessas mulheres, que adotou um nome egípcio e os costumes do país.
Contudo, nos últimos tempos tem vingado a hipótese de Nefertiti ser egípcia, filha de Ay, alto funcionário egípcio responsável pelo corpo de carros de guerra que chegaria a ser faraó após a morte de Tutankhamon. Aye era irmão da rainha Tié, esposa principal do rei Amen-hotep III, o pai de Akhenaton; esta hipótese faria do marido de Nefertiti o seu primo. Sabe-se que a família de Aye era oriunda de Akhmin e que este tinha tido uma esposa que faleceu (provavelmente a mãe de Nefertiti durante o parto), tendo casado com a dama Tié.
De igual forma o nome Nefertiti, embora não fosse comum no Egito, tinha um alusão teológica relacionada com a deusa Hathor, sendo aplicado à esposa real durante a celebração da festa Sed do rei (uma festa celebrada quando este completava trinta anos de reinado).




http://pt.wikipedia.org/wiki/Nefertiti

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

OS VENTOS



Na mitologia grega, os ventos (em grego, Άνεμοι — "Anemoi") eram 9 deuses responsáveis pelo vento. Éolo , deus dos ventos, comandava todos os ventos; tanto as brisas leves quanto as piores tempestades. A cada um dos outros deuses era atribuído uma direção cardinal. Em especial a genealogia dos Quatro Grandes Ventos é controversa, por vezes são colocados comotitãs, portanto filhos de Urano, o céu e Gaia, a terra. Entretanto existem outras descrições]

Quatro Grandes Ventos

Por vezes 4 deuses do vento aparecem como sendo os principais, sendo eles:
  • Bóreas (N), o vento norte, frio e violento;
  • Zéfiro (O), o vento oeste, suave e agradável;
  • Eurus (L), o vento leste, criador de tempestades;
  • Nótus (S), o vento sul, quente e formador de nuvens;


Deuses do vento menores


O ENCONTRO ...


Alguns encontros são
difíceis de acontecer...
Demoram horas..
dias, semanas, 
e certamente...
pelo menos 1 mês...
Mas quando...
o dia chega...
O Céu se abre...
em permanente festa...
tal qual um Festival..
que não termina !
Continuara a ser lembrado
em nosso Cérebro
e sentido em nosso
Coracao  para sempre !!! 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

COPA 2010


Momentos.. 
de torcer...
de se Pintar...
de Gritar bem Alto...
de se emocionar ...
de sorrir...
de chorar...
de reclamar...
de aplaudir...
de abraçar...
de silenciar..
de rezar..
de comemorar...
e de sonhar...
...sempre !!!


BOCAGE (1765-1805)



O PASSARINHO PRESO (2/2)


Em ofensa das deidades,
Em nosso dano abusais
Da primazia, que tendes
Entre os outros animais.


Mas ah triste ! Ah malfadado !
Para que me queixo em vão ?
Que espero, se contra a forca
De nada serve a razão ? "


aqui parou de cansado
O volátil carpidor ;
Eis que chegar da caca
O seu bárbaro senhor.


Trazia encostado ao ombro
O arcabuz fatal, e horrendo,
E alguns pássaros no cinto,
Uns mortos, outros morrendo.


Das penetrantes feridas
Ainda o sangue pingava,
E do cruento verdugo
As curtas vestes manchava.


O preso vendo a tragédia ,
Coitadinho estremeceu,
E de susto, e de piedade
Quase os sentidos perdeu.


Mas apenas do soçobro
Repentino a si tornou,
Cos olhos nos seus finados
Estas palavras soltou :


" Entendi que dos viventes
Eu era o mais infeliz :
Que outros tem pior destino
Aquele exemplo me diz.


Da minha sorte j'agora
Queixas não torno a fazer :
Antes gaiola que um tiro,
Antes penar que morrer. "






terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

BOCAGE (1765-1805)



O PASSARINHO PRESO (1/2)

Na gaiola empoleirado,
Um mimoso passarinho
Trinava brandos queixumes
Com saudades do seu ninho.

"Nasci para ser escravo
(Carpia o cantor plumoso),
Não há ninguém neste mundo,
Que seja tão desditoso.

Que é do tempo que eu passava,
Ora desça tanso amores,
Ora brincando nos ares,
Ora pousando entre flores ?

Mal haja a minha imprudência,
Mal haja o visco traidor;
Um raio, um raio te abrase.
Fraudulento caçador !

E, que pequei ? Porventura
Fiz-te a seara algum mal ?
Encetei, mordi teus frutos.
Como o daninho pardal ?

Agrestes, incultas plantas
Produziam meu sustento,
Inútil aos que se prezam
Do alto dom do entendimento...

Do entendimento ! Ah malignos !
Vos, possuindo a razão,
Tendes de vícios sem conto
Recheado o coração .

Ah ! Se a vossa liberdade
Zelosamente guardais,
Como sois usurpadores
Da liberdade dos mais ?

O que em vos é um tesouro,
Nos outros perde o valor ?
Destroi-se o jus do oprimido
Pela forca do opressor ?

Não tem por base a justiça,
funda-se em nossa fraqueza
A lei, que a vos nos submete,
Tiranos da Natureza.











02 - The King's Speech - The King's Speech (Soundtrack OST)

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Elīna Garanča - Lucrezia Borgia - Il segreto per esser felici



ORSINI
Il segreto per esser felici
So per prova e l'insegno agli amici
Sia sereno, sia nubilo il cielo,
Ogni tempo, sia caldo, sia gelo,
Scherzo e bevo, e derido gl'insani
Che si dan del futuro pensier.
Non curiamo l'incerto domani,
Se quest'oggi n'è dato a goder.



GLI ALTRI
Sì, non curiamo l'incerto domani,
Se quest'oggi n'è dato a goder.










LUCREZIA BORGIA - GAETANO DONIZETTI (1797-1848)


Lucrezia Borgia

di Gaetano Donizetti (1797-1848)
libretto di Felice Romani, dalla tragedia omonima di Victor Hugo
Dramma tragico in un prologo e due atti
Prima:
Milano, Teatro alla Scala, 26 dicembre 1833
Personaggi:
Donna Lucrezia Borgia (S); Don Alfonso, duca di Ferrara (B); Gennaro (T); Maffio Orsini (A); Jeppo Liverotto (T); Don Apostolo Gazella (B); Ascanio Petrucci (B); Oloferno Vitellozzo (T); Gubetta (B); Rustighello (T); Astolfo (B); cavalieri, scudieri, dame, paggi, maschere, alabardieri, gondolieri
La lugubre, almeno stando alla tradizione, figlia dei Borgia con il suo passato di assassini, incesti e veleni era soggetto fin troppo congeniale a certa ‘morbosa’ sensibilità romantica perché non fosse sfruttato. Victor Hugo - che con Le Roi s’amuse (da cui venne tratto il verdiano Rigoletto ) aveva già voluto ‘nobilitare’ la deformità fisica e morale di Triboulet per mezzo dell’affetto paterno - tentò analogo procedimento con Lucrezia. La duchessa di Ferrara trovò il suo riscatto nell’amore, puro e santo (visto il personaggio è il caso di precisarlo) per il figlio Gennaro. Il dramma, andato in scena a Parigi il 2 febbraio 1833, riscosse un notevole successo. La trama, con i suoi veleni, i suoi pugnali e le sue passioni esasperate, sembrava quasi pensata in anticipo per certa tradizione melodrammatica a forti tinte che, per merito di Donizetti, ebbe in seguito modo di concretizzarsi. Il compositore bergamasco, affrontando il soggetto di Victor Hugo nella traduzione efficace anche se per forza di cose sommaria di Felice Romani, non sottolineò il lato truculento dell’argomento. Un’eroina troppo ‘demoniaca’ poco si conciliava con le figure femminili del melodramma italiano ‘epoca 1830’, tendenzialmente angelicate e sempre idealizzate. Donizetti provvide quindi allo scopo: fin dal languido recitativo iniziale "Tranquillo ei posa", il compositore accentua di Lucrezia l’aspetto patetico e trepidante della madre in ansia per le sorti del figlio. Solo occasionalmente il suo lato peccaminoso e aggressivo avrà modo di lasciarsi intravvedere.
Prologo . A Venezia durante il Rinascimento. È notte: Gennaro e i suoi amici, fra i quali Maffio Orsini, stanno partecipando a una festa mascherata a palazzo Grimani; nel corso della conversazione viene fatto il nome di Lucrezia Borgia. Orsini, che come tutti gli altri detesta la donna, narra agli amici l’infausta profezia di un indovino: «Fuggite i Borgia o giovani... Dov’è Lucrezia è morte». Gennaro, tediato dal racconto, si addormenta ed è lasciato solo dagli amici rientrati per le danze. Entra Lucrezia mascherata: il suo divorante affetto la spinge a contemplare il figlio (che non la conosce) addormentato ("Come è bello... Quale incanto"). Gennaro si sveglia e rimane affascinato dalla bella dama, alla quale racconta di non sapere chi sia sua madre; di lei conserva gelosamente una lettera in cui lo prega di non cercarla. Lucrezia, commossa, lo incita ad amarla teneramente ("Ama tua madre, e tenero"). Sopraggiungono gli altri, riconoscono la Borgia e, con sommo orrore di Gennaro, la maledicono.
Atto primo . A Ferrara, di notte. Mentre il duca Alfonso e Rustighello spiano l’abitazione di Gennaro, il duca è furioso poiché crede il giovane un amante di Lucrezia ("Vieni, la mia vendetta"); intanto escono Gennaro e gli amici, diretti alla festa della principessa Negroni. Gennaro, ancora sconvolto dall’incontro con la Borgia, giunto davanti al palazzo ducale cancella con il pugnale la ‘b’ del nome Borgia: appare così la parola ‘orgia’. Astolfo, una spia della duchessa, e Rustighello li osservano di nascosto. Poco dopo Rustighello informa il duca Alfonso che Gennaro è stato arrestato ed è a palazzo. Sopraggiunge Lucrezia, furiosa per l’oltraggio subito e decisa a ottenere vendetta. Ma quando la donna scopre che il colpevole è proprio Gennaro, implora il duca di salvarlo. Alfonso rifiuta, e la costringe a scegliere di quale morte egli dovrà perire: veleno o pugnale. Lucrezia sceglie il veleno, ma quando Gennaro ha bevuto il vino affatturato, gli offre un antidoto e lo fa fuggire da una porta segreta.
Atto secondo . Nel palazzo della principessa Negroni, Orsini, Gennaro e gli amici brindano e inneggiano al vino ("Il segreto per essere felici"). All’improvviso misteriose e minacciose voci si odono di fuori e, mentre le faci si spengono, compare Lucrezia Borgia. La duchessa avverte gli astanti che, per vendicare l’onta subita a Venezia, essi sono stati da lei avvelenati. Tremenda è l’angoscia della Borgia quando scopre che fra le sue vittime si cela anche Gennaro ("Tu pur qui? Non sei fuggito?"). Allontanati tutti gli altri, Lucrezia implora il figlio di prendere l’antidoto ("M’odi, ah m’odi"), ma il giovane, scoprendo che la pozione è sufficiente per lui solo, rifiuta. La donna gli svela allora di essere sua madre e quindi si accascia disperata sul corpo del figlio morente ("Era desso il figlio mio/ Madre se ognor lontano").
L’atmosfera ‘notturna’ che circola in ogni atto e nel prologo di Lucrezia Borgia viene, per contrasto, esaltata ed enfatizzata dagli episodi ingannevolmente festosi e gai disseminati da Donizetti nel corso di tutta l’opera. Emblematico in questo senso è lo splendido brindisi di Maffio Orsini, alternato ai cupi interventi del coro fuori scena, pagina celeberrima alla quale solo un mezzosoprano-contralto dalle grandi capacità virtuosistiche può rendere pienamente giustizia. Orsini, ruolo en travesti , con il suo rifarsi ai moduli tradizionali rossiniani è in fondo il personaggio più arcaico dell’opera. L’influenza del Pesarese è peraltro palese anche in Lucrezia (ruolo che oggi definiremmo da soprano drammatico di agilità) soprattutto nella sua aria e cabaletta finale "Era desso il figlio mio". Questa pagina, che si vuole ‘imposta’ a Donizetti da Henriette Méric-Lalande, prima interprete di Lucrezia, conclude l’opera nella versione del 1833. Donizetti però, per la ripresa scaligera del 1840, riscrisse il finale affidando un’aria ("Madre se ognor lontano") a Gennaro morente, all’epoca interpretato dal grande Napoleone Moriani, il «tenore della bella morte» come fu definito. Relegato il personaggio di Alfonso al ruolo del ‘cattivo’ di turno, fin dagli inizi il successo dell’opera fu quindi intimamente legato alle qualità vocali degli interpreti di Lucrezia e di Gennaro. A loro, infatti, Donizetti affida gli squarci più commoventi della partitura. In particolare tutto il lungo e articolato duetto finale, dal momento in cui la Borgia resta sola con il figlio dopo che gli altri sono stati allontanati (e avvelenati!); pagina che, per il suo lirismo intenso e lacerante (memorabile il "M’odi, ah m’odi" di Lucrezia), è una significativa dimostrazione dell’abilità di Donizetti nel coniugare il virtuosismo canoro a una pittura degli affetti intensa e struggente.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

ELIZABETH III



Pensar é sempre bom !!!
Elizabeth III
pensa de dia...
e de noite esquece 
o que pensou...
Ela já tem 
uma resposta...
Mas não sabe 
como contar
para todo Mundo !!!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

AUGUSTO DOS ANJOS (1884-1914)



VERSOS ÍNTIMOS 



Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.

Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

SILENCIO !!!



" THE REST IS SILENCE "
Shakespeare
Hamlet, Act 5, Sc 2, l. 352

BANCO !!!


Engraçado !!!
Pode não parecer....
Mais as vezes é 
muito difícil sentar
no banco e aguardar...

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

PRECISA-SE :



Precisa-se :
Paciência...
Sabedoria...
Calma...
Compreensão...
Entendimento...
Tristeza...
Alegria...
Felicidade...
Muito Amor...
De Deus !!!


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

LIBERDADE !!!!


Existem dias que temos uma
sensacao de Liberdade !!!
O Ar parece mais Puro !!!
A Paisagem mais bonita !!!
A Vida acontecendo,
de forma leve,
e nos trazendo Paz !!!