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segunda-feira, 30 de outubro de 2017
quinta-feira, 13 de julho de 2017
ECLESIASTES - Chapter 3
1 To everything there is a season,
A time for every purpose under heaven:
2 A time to be born,
And a time to die;
A time to plant,
And a time to pluck what is planted;
3 A time to kill,
And a time to heal;
A time to break down,
And a time to build up;
4 A time to weep,
And a time to laugh;
A time to mourn,
And a time to dance;
5 A time to cast away stones,
And a time to gather stones;
A time to embrace,
And a time to refrain from embracing;
6 A time to gain,
And a time to lose;
A time to keep,
And a time to throw away;
7 A time to tear,
And a time to sew;
A time to keep silence,
And a time to speak;
8 A time to love,
And a time to hate;
A time of war,
And a time of peace.
A time for every purpose under heaven:
2 A time to be born,
And a time to die;
A time to plant,
And a time to pluck what is planted;
3 A time to kill,
And a time to heal;
A time to break down,
And a time to build up;
4 A time to weep,
And a time to laugh;
A time to mourn,
And a time to dance;
5 A time to cast away stones,
And a time to gather stones;
A time to embrace,
And a time to refrain from embracing;
6 A time to gain,
And a time to lose;
A time to keep,
And a time to throw away;
7 A time to tear,
And a time to sew;
A time to keep silence,
And a time to speak;
8 A time to love,
And a time to hate;
A time of war,
And a time of peace.
quinta-feira, 22 de junho de 2017
segunda-feira, 5 de junho de 2017
Dinastia Han (206 a.C - 220 d.C.)
" Oferecer-lhes .... roupas elegantes e carruagens para corromper os seus olhos ;
Oferecer-lhes comida requintada para corromper para corromper a sua boca;
Oferecer-lhes música e mulheres para corromper os seus ouvidos;
Providenciar-lhes instalações espaçosas, celeiros e escravos para lhes corromper os estômagos ...e, àqueles que vierem render-se, o imperador (deverá ) demonstrar-lhes favor honrando-os com uma recepção imperial festiva durante a qual o imperador lhes servirá pessoalmente vinho e comida para corromper as suas mentes.
Pensamento de um Ministro da Dinastia Han (206 a.C - 220 d.C.)
Fonte :
Na pág 250 do livro
Henry Kissinger
A Ordem Mundial
Editora Dom Quixote
Lisboa 2014
A Ordem Mundial
Editora Dom Quixote
Lisboa 2014
terça-feira, 9 de maio de 2017
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Pace e Bene
Pace e Bene’s name derives from St. Francis and St. Clare of Assisi who used this phrase in their own time as a form of greeting, which translated from the Italian means “Peace and all good!” So much was expressed by this little phrase: May you have the fullness of well-being, may you be secure and happy; may you not want; may your dignity be respected; may the goodness in your inmost being flourish; may the world in which we live know this deep peace. It was a blessing, a hope, and a way of acknowledging the sacredness of those whom they encountered.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Sydney Opera
Em alguns momentos ...
Conseguir criar uma foto ...
Tentar escrever algumas linhas ...
E imaginar a criação de uma Harmonia entre elas ...
Pode se transformar em uma grande Felicidade ...
Afinal estamos aqui para isso, não ?
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
CARLA MEINECKE
E no dia desta pessoa,
👆
👆
👆 agradeço muito ter os meus queridos perto e a todo esse carinho que chega por aqui, pelas ligações, por mensagem. Obrigada. O coração da gente fica feliz, muito feliz!!
Fui "desafiada a falar uma vez em mim" e estou aqui em pêlo, rss!!!
👇
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☺️
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Eu não sei se estou retribuindo tudo que a vida me deu, todo amor que recebi e todas as pessoas maravilhosas que tive a sorte de conhecer, de conviver. A verdade é que a vida continua me desafiando, me divertindo muito e continuo aproveitando o máximo que posso.
Já me disseram que nasci de quina pra lua e é verdade...ganhei muito e nada tenho para reclamar. Ao contrário do que sempre li e me disseram, não notei nenhuma mudança no corpo, mas sigo malhando, vai que, rsrs??
Os cabelos brancos também não deram as caras. Exceção para a pele do rosto, que resolveu fazer coleção de pés de galinha, fazer o que, rss??
Os cabelos brancos também não deram as caras. Exceção para a pele do rosto, que resolveu fazer coleção de pés de galinha, fazer o que, rss??
De resto, continuo cheia de dúvidas sobre todos os assuntos possíveis, mas não desisto.
Continuo uma deslumbrada e otimista incorrigível.
Continuo chorando por qualquer motivo.
Continuo curiosa como se tivesse oito anos de idade.
Continuo construindo uma lista gigante de lugares para conhecer e coisas para experimentar.
Adoro o que faço e continuo trabalhando muito e fazendo planos suficientes para preencher as próximas cinco encarnações.
Continuo querendo me matricular em todo curso que aparece.
Continuo desejando que o dia tenha trinta e cinco horas.
Continuo matando plantinhas de sede ou por afogamento.
Continuo morrendo pro mundo quando estou lendo.
Continuo péssima de briga.
Continuo precisando dormir nove horas por dia.
Continuo usando as palavras de maneira errada e magoando as pessoas.
Continuo adorando dançar.
Continuo precisando das mãos para falar.
Continuo tratando os bichinhos como gente.
Continuo incoerentemente comendo carne, mas em compensação, virei fã da medicina ortomolecular.
Continuo falando o que não devo nas horas mais impróprias e me arrependendo depois.
Continuo querendo reformar, desenhar e colorir todas as paredes, muros e empenas que encontro.
Continuo tropeçando na calçada por me distrair com a paisagem...e perdendo o ônibus também.
Continuo sendo a pessoa mais feliz do mundo cada vez que viajo para um lugar novo.
Continuo venerando pimenta, adorando manga e detestando cenoura cozida.
Continuo tendo um orgulho danado de toda a minha família. Continuo mãe coruja, incorrigível isso!
Continuo exatamente como sempre fui...céus, rss!!
Bem, e aí, isso é bom ou ruim?
Continuo uma deslumbrada e otimista incorrigível.
Continuo chorando por qualquer motivo.
Continuo curiosa como se tivesse oito anos de idade.
Continuo construindo uma lista gigante de lugares para conhecer e coisas para experimentar.
Adoro o que faço e continuo trabalhando muito e fazendo planos suficientes para preencher as próximas cinco encarnações.
Continuo querendo me matricular em todo curso que aparece.
Continuo desejando que o dia tenha trinta e cinco horas.
Continuo matando plantinhas de sede ou por afogamento.
Continuo morrendo pro mundo quando estou lendo.
Continuo péssima de briga.
Continuo precisando dormir nove horas por dia.
Continuo usando as palavras de maneira errada e magoando as pessoas.
Continuo adorando dançar.
Continuo precisando das mãos para falar.
Continuo tratando os bichinhos como gente.
Continuo incoerentemente comendo carne, mas em compensação, virei fã da medicina ortomolecular.
Continuo falando o que não devo nas horas mais impróprias e me arrependendo depois.
Continuo querendo reformar, desenhar e colorir todas as paredes, muros e empenas que encontro.
Continuo tropeçando na calçada por me distrair com a paisagem...e perdendo o ônibus também.
Continuo sendo a pessoa mais feliz do mundo cada vez que viajo para um lugar novo.
Continuo venerando pimenta, adorando manga e detestando cenoura cozida.
Continuo tendo um orgulho danado de toda a minha família. Continuo mãe coruja, incorrigível isso!
Continuo exatamente como sempre fui...céus, rss!!
Bem, e aí, isso é bom ou ruim?
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
A ONDA
Descobrir que algumas situações jamais serão dominadas por nós. Quem vive perto do mar, já percebeu que as ondas possuem uma vida própria.
Mesmo querendo não conseguiremos interferir no vagar das vagas, talvez para alguns seja uma grande descoberta, para outros a feliz constatação de que as vezes temos que estar na platéia para admirar o vai e vem alheio.
Deixar o palco para a Mãe Natureza nos ensinar o que pudermos aprender.
Ir e voltar lembrando uma música marítima (a prima da música celeste).
Por que escrever sobre a Onda ?
Para não esquecermos do imponderável...
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
sábado, 29 de outubro de 2016
SER OU NÃO SER
Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e flechas Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja, Ou insurgir-nos contra um mar de provocaçoes E em luta pôr-lhes fim? Morrer.. dormir: não mais. Dizer que rematamos com um sono a angústia E as mil pelejas naturais-herança do homem: Morrer para dormir... é uma consumação Que bem merece e desejamos com fervor. Dormir... Talvez sonhar: eis onde surge o obstáculo: Pois quando livres do tumulto da existência, No repouso da morte o sonho que tenhamos Devem fazer-nos hesitar: eis a suspeita Que impõe tão longa vida aos nossos infortúnios. Quem sofreria os relhos e a irrisão do mundo, O agravo do opressor, a afronta do orgulhoso, Toda a lancinação do mal-prezado amor, A insolência oficial, as dilações da lei, Os doestos que dos nulos têm de suportar O mérito paciente, quem o sofreria, Quando alcançasse a mais perfeita quitação Com a ponta de um punhal? Quem levaria fardos, Gemendo e suando sob a vida fatigante, Se o receio de alguma coisa após a morte, –Essa região desconhecida cujas raias Jamais viajante algum atravessou de volta – Não nos pusesse a voar para outros, não sabidos? O pensamento assim nos acovarda, e assim É que se cobre a tez normal da decisão Com o tom pálido e enfermo da melancolia; E desde que nos prendam tais cogitações, Empresas de alto escopo e que bem alto planam Desviam-se de rumo e cessam até mesmo De se chamar ação.""[...]
"To be, or not to be, that is the question:
Whether 'tis nobler in the mind to suffer The slings and arrows of outrageous fortune, Or to take arms against a sea of troubles, And by opposing end them? To die, to sleep, No more; and by a sleep to say we end The heart-ache, and the thousand natural shocks That flesh is heir to: 'tis a consummation Devoutly to be wished. To die, to sleep; To sleep, perchance to dream – ay, there's the rub: For in that sleep of death what dreams may come, When we have shuffled off this mortal coil, Must give us pause – there's the respect That makes calamity of so long life. For who would bear the whips and scorns of time, The oppressor's wrong, the proud man's contumely, The pangs of despised love, the law’s delay, The insolence of office, and the spurns That patient merit of the unworthy takes, When he himself might his quietus make With a bare bodkin? Who would fardels bear, To grunt and sweat under a weary life, But that the dread of something after death, The undiscovered country from whose bourn No traveller returns, puzzles the will, And makes us rather bear those ills we have Than fly to others that we know not of? Thus conscience does make cowards of us all, And thus the native hue of resolution Is sicklied o'er with the pale cast of thought, And enterprises of great pith and moment, With this regard their currents turn awry, And lose the name of action."[...]
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ser_ou_não_ser
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quinta-feira, 27 de outubro de 2016
DESERTOS ?
Quem entende de desertos ?
Senão aqueles que la estiveram ....
Para alguns, fim do Mundo ...
Para outros Ritos de Passagem ....
Como enfrenta-lo ?
Com Respeito !!!
O Deserto é sempre uma prova
para nós mesmos .....
Lembrem-se do Monte das Oliveiras !!!
E muito Cuidado ....
O Deserto pode estar dentro de você !!!
Construa uma saída ...
Nunca se sabe ...
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
terça-feira, 18 de outubro de 2016
A TERCEIRA CHAVE
Dizem que é fundamental ter uma chave reserva !
Juvenal gostava de caminhar com ela pendurada na cintura da calça....
Todos caçoavam dele :
-Lá vai o Juvenal e a sua chave !!!
Aquela era a chave da casa que ele tinha herdado do bisavô.
Naquele tempo só existia a porta principal, era muito caro ter muitas chaves...
Para economizar se usava a mesma fechadura.
Pois bem, e não é que um belo dia Juvenal perdeu a Chave....
Juvenal gostava de caminhar com ela pendurada na cintura da calça....
Todos caçoavam dele :
-Lá vai o Juvenal e a sua chave !!!
Aquela era a chave da casa que ele tinha herdado do bisavô.
Naquele tempo só existia a porta principal, era muito caro ter muitas chaves...
Para economizar se usava a mesma fechadura.
Pois bem, e não é que um belo dia Juvenal perdeu a Chave....
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