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segunda-feira, 22 de agosto de 2016
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Julia e os balões por Luiz Henrique Ottino
Nos dias de hoje o que mais desperta atenção de uma criança não são mais as TVs. Não se entra em um restaurante em qualquer parte do mundo em que não se vê crianças usando tablets/ smartphones ou até mesmos os jogos portáteis. Além dos pais hoje as crianças também possuem seus próprios aparelhos.
Em sua grande maioria comprados por darem um pouco de sossego aos pais enquanto as crianças estão entretidas. Qualquer criança se sente atraída por tudo que é basicamente bastante colorido e principalmente interativo, sejam jogos ou livros.
Foi pensando nisso em um jantar com o autor que decidimos como uma proposta para incentivar a leitura infantil adaptarmos “Julia e Os Balões” para o iPad. Entretanto quando propus o desafio, ele me fez uma condição para começarmos essa nova caminhada; "queria que as todas publicações pudessem ser lidas por crianças de todo o mundo" e desde então estamos desenvolvendo a cada dia que passa novas adaptações da publicação. Até o presente momento, temos publicados versões em Português, Inglês, Norueguês e Chinês, digo Mandarim.
E qual seria o diferencial desta publicações para as tradicionais? O mais incrível de tudo é poder entregar de maneira muito fácil e pratica a obra para qualquer pessoa em qualquer canto do mundo. É muito enriquecedor você acordar um belo dia e ver que uma pessoa do outro lado do mundo com quem você nunca viu na vida e que também não fala o mesmo idioma que você, conhecendo seu trabalho e enviando emails motivacionais. E essa é uma das vantagens do livro digital, viver um mundo sem fronteiras podendo deste modo atrair cada vez mais crianças para o mundo da leitura, estimulando assim seu conhecimento e criatividade.
No momento também estamos desenvolvendo uma nova publicação, um novo titulo, totalmente diferente e pensado 100% no mundo digital, com bastante interatividade, sons, bonecos em movimentos entre outras coisas incríveis que estão por vir em breve. Além desse e outros projetos tenho como motivação tornar o “mundo digital” possível para o maior numero de pessoas, seja com livros ou apps.
Informação para mais contatos ou duvidas:
Luiz Henrique Ottino : contato@lhom.com.br
domingo, 25 de janeiro de 2015
Hogwarts is divided into four houses, each bearing the last name of its founder: Godric Gryffindor, Salazar Slytherin, Rowena Ravenclaw and Helga Hufflepuff. The houses compete throughout the school year, by earning and losing points for various events, for the House Cup (correctly answering a question in class, for example, may earn five or ten points; lateness to class may cost ten points). Each house also has its own Quidditch team that competes for the Quidditch Cup. These two competitions breed rivalries between the houses. Houses at Hogwarts are living and learning communities for their students. Each house is under the authority of one of the Hogwarts staff members. The Heads of the houses, as they are called, are in charge of giving their students important information, dealing with matters of severe punishment, and responding to emergencies in their houses, among other things. Each year, year level groups of every separate house share the same dormitory and classes. The dormitory and common room of a House are, barring rare exceptions, inaccessible to students belonging to other Houses.
In the early day of Hogwarts, the four founders hand-picked students for their Houses. When the founders worried how students would be selected after their deaths, Godric Gryffindor took his hat off and they each added knowledge to it, allowing the Sorting Hat to choose the students by judging each student's qualities and placing them in the most appropriate house. The student's own choices may affect the decision: the clearest example is the Hat telling Harry that he would do well in Slytherin in the first book, but ultimately selecting Gryffindor after Harry asks it not to put him in Slytherin.
http://en.wikipedia.org/wiki/Hogwarts
domingo, 5 de junho de 2011
JOHN STEINBECK (2/4)
É costume dos adultos esquecer como a escola é difícil, chata e longa. Aprender de cor todas as coisas básicas que se deve saber é o esforço mais incrível e intermínável de todos. Aprender a ler, provavelmente, é a coisa mais difícil e revolucionária que acontece no cérebro humano e, se você não acredita, observe um adulto analfabeto tentando aprender. A escola não é fácil e na maior parte do tempo não é muito divertida, mas aí, se você tiver muita sorte, pode achar um professor. Três verdadeiros professores na vida é o máximo de sorte. A primeira foi a professora de ciências e matemática do ginásio, o segundo um professor de redação criativa em Sanford e o terceiro meu amigo e parceiro Ed Ricketts.
Passei a acreditar que um grande professor é um artista e que há tão poucos quanto quaisquer outros grandes artistas. Essa pode ser a maior das artes, já que o meio de expressão é a mente e o espírito humanos.
Passei a acreditar que um grande professor é um artista e que há tão poucos quanto quaisquer outros grandes artistas. Essa pode ser a maior das artes, já que o meio de expressão é a mente e o espírito humanos.
JOHN STEINBECK (1/4)
...COMO VAGA-LUMES CAPTURADOS
Meu filho de onze anos veio até mim recentemente e, numa voz de paciente sofrimento, perguntou :
- Quanto tempo ainda tenho de ir para a escola ?
- Uns quinze anos - respondi.
- Oh ! Céus - disse ele, desesperado. - Tenho mesmo ?
- Acho que sim. É terrível e não vou tentar lhe dizer que não é. Mas posso lhe dizer uma coisa: se tiver sorte, talvez ache um professor, e isso é maravilhoso.
- Você achou algum ?
- Achei três - disse eu.
Meu filho de onze anos veio até mim recentemente e, numa voz de paciente sofrimento, perguntou :
- Quanto tempo ainda tenho de ir para a escola ?
- Uns quinze anos - respondi.
- Oh ! Céus - disse ele, desesperado. - Tenho mesmo ?
- Acho que sim. É terrível e não vou tentar lhe dizer que não é. Mas posso lhe dizer uma coisa: se tiver sorte, talvez ache um professor, e isso é maravilhoso.
- Você achou algum ?
- Achei três - disse eu.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
COLÉGIO UNIMOR EM SÃO PAULO
Fui apresentar o "JABUTI E TARTARUGA" no colégio Unimor em São Paulo.
Coordenado pela Professora Maria Helena, e com a participação das Professoras Carla e Daniela.
Que alegria ! Falei sobre o processo de criação, e contei detalhes do livro.
Fizemos uma sessão de perguntas e respostas ....seguem algumas...
1. Que reino você gostou mais ? Por quê ?
2. Vocês gostaram mais do Jabuti ou da Tartaruga ? Por quê ?
3. O que vocês mais gostaram no livro ?
No momento dos autógrafos
Uma leitora, confidenciou :
-Sou sua Fã !
Alunos extremamente curiosos e atentos...
Parabens para as Professoras, para a Coordenação e para a Diretoria !!!
Fiquei muito Feliz com tudo !!!
E Muito Obrigado pelo convite !!!
Volto com o maior Prazer !!!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
JOHN STEINBECK (4/4)
Foi demitida, e talvez com razão, por deixar de ensinar o básico.Tais coisas têm de ser apreeendidas. Mas ela deixou em nós a paixão pelo puro conhecimento do mundo e a mim ela inflamou coom uma curiosidade que nunca me abandonou. Não sei fazer uma simples operação aritmética, mas por meio dela senti que a matemática abstrata era bem parecida com a música. Quando foi afastada, a tristeza caiu sobre nós, mas a luz não se apagou. Ela deixou em nós a sua assinatura, a literatura do professor que escreve nas mentes. Tive muitos professores que me contaram fatos logo esquecidos, mas só três que criaram em mim uma coisa nova, uma nova atitude e uma nova fome. Suponho que, em boa parte, sou o manuscrito não assinado daquela professora do ginásio. Que poder imortaljaz nas mãos de uma pessoa assim.
Posso dizer a meu filho, que aguarda com horror quinze anos de chatice, que em algum lugar da empoeirada escuridão pode acontecer a mágica que iluminará os anos...se ele tiver muita sorte.
A AMÉRICA E OS AMERICANOS.
Editora Record; paginas 177,178.
ISBN 85-01-06560-9
Posso dizer a meu filho, que aguarda com horror quinze anos de chatice, que em algum lugar da empoeirada escuridão pode acontecer a mágica que iluminará os anos...se ele tiver muita sorte.
A AMÉRICA E OS AMERICANOS.
Editora Record; paginas 177,178.
ISBN 85-01-06560-9
domingo, 6 de dezembro de 2009
JOHN STEINBECK (3/4)
Meus três tinham essas coisas em comum: todos amavam o que faziam. Não falavam - catalisavam um desejo ardente de saber. Sob sua influência, os horizontes se abriam, o medo sumia, o desconhecido tornava-se passível de conhecer. Mas o mais importante é que a verdade, aquele troço perigoso, ficava bela e preciosíssima.
Vou falar apenas de minha primeira professora porque, além de outras coisas, ela trouxe a descoberta.
Ela nos estimulou em discussões gritadas, de sacudir livros. Tinha a turma mais barulhenta da escola e nem parecia notar. Nunca podíamos nos prender ao assunto, geometria ou recitação cantada dos filos decorados. Nossa especulação abarcava o mundo. Ela instigava curiosidade em nós para que trouxéssemos os fatos ou verdades abrigados em nossas mãos, como vaga-lumes capturados.
Vou falar apenas de minha primeira professora porque, além de outras coisas, ela trouxe a descoberta.
Ela nos estimulou em discussões gritadas, de sacudir livros. Tinha a turma mais barulhenta da escola e nem parecia notar. Nunca podíamos nos prender ao assunto, geometria ou recitação cantada dos filos decorados. Nossa especulação abarcava o mundo. Ela instigava curiosidade em nós para que trouxéssemos os fatos ou verdades abrigados em nossas mãos, como vaga-lumes capturados.
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