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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
MUIRAQUITÃ (1/2)
Muiraquitã (do tupi mbïraki'tã, "nó das árvores", nó das madeiras", de muyrá ou mbyra, "árvore", "pau", "madeira" e quitã, "nó", "verruga", "objeto de forma arredondada"),[1] para os índios brasileiros do Baixo Amazonas, é um artefato talhado em pedra (na maior parte das vezes feito a partir do jade, pela cor esverdeada) ou madeira, representando pessoas ou animais (uma rã, peixe, tartaruga, por exemplo), ao qual são atribuídas as qualidades sobrenaturais de amuleto, sendo presenteado aos visitantes.[2]Também é conhecido pelos nomes de pedra-das-amazonas e pedra-verde.
[editar]Muiraquitãs na ficção
Conforme o livro Macunaíma, de Mário de Andrade, as índias icamiabas, mulheres guerreiras que habitavam o baixo Amazonas, ofertavam o muiraquitã aos índios da tribo mais próxima, os guacaris, depois do acasalamento, na Festa de Iaci, divindade-mãe do muiraquitã. A mística do presente oferecido aos índios visava a encorajar a fidelidade a elas e para que, ao exibirem-no, fossem respeitados, pois presentear um índio com um muiraquitã representava o ato sexual consumado entre uma Icamiaba e um índio. As icamiabas compunham uma sociedade rigorosamente matriarcal e se dessa união nascessem filhos masculinos, estes seriam sacrificados, deixando sobreviver somente os de sexo feminino.[3]
Em As Aventuras de Benjamim: o Muiraquitã, de Camila Franco, Marcela Catunda e Blantina Franco, Benjamim usa um muiraquitã (um fruto de guaraná) que concede desejos para encontrar seu pai perdido, e depois encontra uma Iara que distribui pedras de jade no formato de bichos para índias. Ao receber um muiraquitã, Benjamim se transforma em um guerreiro.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
http://serendipityhoracewalpole.blogspot.com/
terça-feira, 28 de junho de 2011
Silenzio e solitudine
![]() |
| Imagem: Google |
"Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas
que parecem negativas, e foram sempre positivas
para mim: Silêncio e Solidão.
Essa foi sempre a área da minha vida.
Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos
mundos geométricos, onde relógios revelaram o segredo
de seu mecanismo e as bonecas, o jogo do seu olhar...”
Cecília Meireles
http://serendipityhoracewalpole.blogspot.com/
domingo, 15 de janeiro de 2012
ORIAH MOUNTAIN DREAMER (3/3)
Não me interessa saber onde você mora ou quanto dinheiro tem.
Quero saber se, apos uma noite de tristeza e desespero, exausto e ferido ate os ossos, é capaz de fazer o que precisa ser feito para alimentar seus filhos.
Não me interessa quem você conhece ou como chegou ate aqui.
Quero saber se vai permanecer no centro do fogo comigo sem recuar.
Não me interessa onde, o que ou com quem estudou.
Quero saber o que o sustenta, no seu intimo, quando tudo mais desmorona.
Quero saber se é capaz de ficar só consigo mesmo e se nos momentos vazios realmente gosta da sua companhia.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
PINTORES ITALIANOS
- Livio Agresti (1508-1580)
- Francesco Albani (1578–1660)
- Mariotto Albertinelli (1474–1515)
- Fra Angelico (1387–1455)
- Pietro Annigoni (1910–1988)
- Antonello da Messina (1430-1479)
- Fra Bartolomeo (1472–1517)
- Gentile Bellini (c. 1429–1507)
- Giovanni Bellini (c. 1430–1516)
- Jacopo Bellini (c. 1400–1470)
- Gianlorenzo Bernini (1598–1680)
- Andrea di Bertholotti (fl. 1462–1492)
- Sandro Botticelli (1445–1510)
- Agnolo Bronzino (1503–72)
- Nicolao Branceleon (c. 1460–c.1526)
- Canaletto (1697–1768)
- Elio Carletti (1925-1980)
- Annibale Carracci (1560–1609)
- Ludovico Carracci (1555–1619)
- Caravaggio (1573–1610)
- Carpaccio (c. 1460–c. 1525)
- Cimabue (1240–1302)
- Leonardo Coccorante (1680-1750)
- Correggio (1494–1534)
- Giorgio de Chirico (1888-1978)
- Domenichino (1581–1641)
- Donatello (1386–1466)
- Enrico Donati (1909–2008)
- Dosso Dossi (c. 1490–1542)
- Duccio (1255–1319)
- Gentile da Fabriano (c. 1370–1427)
- Rosso Fiorentino (1494–1540)
- Andrea da Firenze (fl. 1343–1377)
- Piero della Francesca (c. 1416–1492)
- Artemisia Gentileschi (1593–1652)
- Domenico Ghirlandaio (1449–1494)
- Giampietrino (c. 1495–1549)
- Giorgione (c. 1477–1510)
- Giotto (1267–1337)
- Giuseppe Grisoni (1699–1796)
- Francesco Guardi (1712–1793)
- Achille Leonardi (c.1800–1870)
- Filippino Lippi (1457–1504)
- Fra Filippo Lippi (c. 1406–1469)
- Ambrogio Lorenzetti (fl. 1319–1348)
- Luigi Malice (1937– present)
- Andrea Mantegna (c. 1431–1506)
- Simone Martini (1284–1344)
- Guido Marzulli (1943)
- Masaccio (1401–1428)
- Melozzo da Forlì (1438-1494)
- Michelangelo (1475–1564)
- Amedeo Modigliani (1884–1920)
- Lelio Orsi (1511–1587)
- Eleuterio Pagliano (1826–1903)
- Marco Palmezzano (1460-1539)
- Giovanni Paolo Panini (1691–1765)
- Parmigianino (1503–1540)
- Ferdinando Partini (active 1790s)
- Perugino (c. 1445–1523)
- Pietro Pezzati (1828–1890)
- Baldassare Peruzzi (1481–1537)
- Pinturicchio (1454–1513)
- Sebastiano del Piombo (c. 1485–1547)
- Pisanello (1395–1455)
- Antonio Pollaiuolo (c.1431–1498)
- Pontormo (1494–1556)
- Raphael (1483–1520)
- Tommaso Redi (1665–1726)
- Guido Reni (1575–1642)
- Salvator Rosa (1615–1673)
- Andrea del Sarto (1486–1530)
- Gherardo Stamina (1354–1403)
- Bartolomeo Suardi (c. 1455 – c. 1536)
- Tiepolo (1696–1770)
- Tintoretto (1518–1594)
- Titian (1488–1576)
- Cosimo Tura (c.1430–1495)
- Giorgio Vasari (1511–1574)
- Paolo Uccello (c. 1396–1475)
- Raffaello Di Vecchio (c. xxx)
- Domenico Veneziano (c.1410–1461)
- Paolo Veronese (1528–1588)
- Andrea del Verrocchio (c. 1435–1488)
- Leonardo da Vinci (1452–1519)
- Daniele da Volterra (c. 1509–1566)
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
POMPEIA (79 D.C.)
Pompeia ou Pompeios[1] (em latim: Pompeii) foi outrora uma cidade do Império Romano situada a 22 quilômetros da cidade de Nápoles, na Itália, no território do atual município de Pompeia. A antiga cidade foi destruída durante uma grande erupção do vulcão Vesúvio em 79 d.C., que provocou uma intensa chuva de cinzas que sepultou completamente a cidade. Ela se manteve oculta por 1600 anos, até ser eventualmente reencontrada em 1749. Cinzas e lama protegeram as construções e objetos dos efeitos do tempo, moldando também os corpos das vítimas, o que fez com que fossem encontradas do modo exato como foram atingidas pela erupção. Desde então, as escavações proporcionaram um sítio arqueológico extraordinário, que possibilita uma visão detalhada na vida de uma cidade dos tempos da Roma Antiga.
Primórdios
A cidade foi fundada por volta dos séculos VI e VII a.C. pelos oscos, um povo da Itália central, no local onde situava-se um importante cruzamento entre Cumae, Nola e Stabiae. O local já havia sido utilizado anteriormente como porto seguro pelos marinheiros gregos e fenícios. De acordo com Strabo, Pompeia foi capturada pelos etruscos, e escavações recentes de fato mostraram a presença de inscrições etruscas e uma necrópole do século VI a.C. A cidade fora capturada pela primeira vez pela colônia grega de Cumae, aliada à Siracusa, entre 525 e 474 a.C.
No século V a.C., ela foi recapturada pelos sâmnios, juntamente com todas as outras cidades em torno de Campânia. Os novos governantes então impuseram seu estilo de arquitetura, ampliando a cidade. Após asGuerras Samnitas, Pompeia foi forçada a aceitar o status de socium de Roma, mantendo, no entanto, autonomia linguística e administrativa. A cidade foi fortificada no século IV a.C., e durante a Segunda Guerra Púnicapermanceu fiel à Roma.
Pompeia integrou a guerra que as cidades de Campânia empreenderam contra Roma, mas em 89 a.C. foi dominada por Sula. Embora uma parte da Liga Social, liderada por Lucius Cluentius, tenha auxiliado na resistência aos romanos, Pompeia foi forçada a se render em 80 a.C. após a conquista de Nola, culminando com a tomada de terras pelos veteranos de Sula, enquanto aqueles contrários à Roma foram expulsos de suas casas. Tornou-se uma colônia romana sob o nome Colonia Cornelia Veneria Pompeianorum, transformando-se num importante corredor de bens que chegavam do mar e precisavam ser transportados à Roma ou ao sul da Itália através da vizinha via Ápia. A produção de água, vinho e agricultura também tornou-se aspecto importante da cidade.
O abastecimento de água era feito por uma ramificação do Aqua Augusta, construído em 20 a.C. por Agripa; o canal principal abastecia diversas outras cidades grandes, e por fim a base naval de Miseno. O castellum de Pompeia permaneceu bem conservado com o tempo, e inclui muitos detalhes da rede de distribuição e seus controles.
[editar]Século I d.C.
A cidade escavada oferece uma amostra da vida romana no século I, congelada no momento em que foi sepultada pela erupção do Vesúvio em 79 d.C..[3] O fórum, os banhos, muitas casas, e algumas vilas nos arredores, como a Vila dos Mistérios, permaneceram incrivelmente bem preservadas.
Pompeia era um lugar movimentado, e evidências demonstram diversos detalhes do cotidiano da cidade. No chão de uma das casas, por exemplo, está a inscrição Salve, lucru (Bem-vindo, dinheiro), no local onde funcionava um comércio; jarras de vinho trazem um dos primeiros exemplos de trocadilho mercadológico, Vesuvinum (combinando as palavras em latim para Vesúvio e vinho); e nas paredes, graffiti mostram exemplos verdadeiros do latim de rua (o latim vulgar, um dialeto diferente do latim clássico ou literário).
Em 89 a.C., após a ocupação definitiva da cidade pelo general romano Lúcio Cornélio Sula, Pompeia foi finalmente anexada à República Romana. Nesta época, a cidade passou por um amplo processo de desenvolvimento infraestrutural, a maior parte concluída durante o período Agostiniano. Da arquitetura do período destacam-se um anfiteatro, uma palaestra com uma piscina central (usada para fins decorativos), um aqueduto que abastecia as aproximadamente 25 fontes de rua, pelo menos quatro banhos públicos, um grande número de domus e casas de comércio. O anfiteatro, em particular, foi citado por estudiosos modernos como um exemplo de design sofisticado, especificamente no quesito de controle de multidões. O arqueduto era ligado aos três encanamentos principais do Castellum Aquae, onde a água era coletada antes de ser distribuída à cidade.[4]
O grande número de afrescos também ajudaram a formar uma imagem da vida cotidiana na época, representando um enorme avanço na história da arte do mundo antigo, com a inclusão dos estilos pompeanos. Alguns aspectos culturais eram distintivamente eróticos, incluindo a veneração ao falo. Uma expressiva coleção de objetos e afrescos eróticos foi reunida em Pompeia, mas, considerada "obscena", permaneceu até recentemente escondida em um "museu secreto" na Universidade de Nápoles.[5]
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