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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Derek Walcott




New creatures ease from earth, nostrils nibbling air,

squirrels abound and repeat themselves like questions,

worms keep enquiring till leaves repeat who they are,

but here we have merely a steadiness without seasons,

and no history, which is boredom interrupted by war.





Caute creature escono dalla terra, narici mordicchiano l'aria,

abbondano scoiattoli che si ripetono come domande,

i vermi non smettono d'infagare finché le foglie non dicono chi sono,

ma qui c'è solo un'uniformità senza stagioni,

e niente storia, che è noia interrotta dalla guerra.


Pag 64/65
Del Libro 
" Prima Luce "
Derek Walcott
Traduzione Andrea Molesini

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Derek Walcott


" Perché il destino della poesia, 
malgrado la Storia,
è innamorarsi del Mondo. "

Derek Walcott
Pag 94 del libro 
" La voce del Crepuscolo "
Adelphi Edizioni

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

João Ubaldo Ribeiro (1941-2014)



" Uma vez, durante um jantar no Arizona, quando eu era estudante nos Eua, experimentei grunhir um pouco, enquanto comia com a cara quase encostada no prato - e fiz grande sucesso. 
É claro que então eu só tinha vinte anos e, nessa idade, fazem-se coisas que depois dos quarenta não se fazem ... "

João Ubaldo Ribeiro 
Pág 24 do livro :
Um Brasileiro em Berlim
Editora Objetiva 

terça-feira, 22 de setembro de 2015

A Explicação ...



" A explicação é desnecessária quando um não quer entender. "

Marco Coiatelli
22-IX-2015

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Roma fatta a Scale



" Le scale di Roma sono semplicemente tre e indicano all'uomo tre modi di salire al cielo: un modo medievale, la scala dell'Aracoeli; un modo rinascimentale, le scale del Campidoglio; un modo barocco, le scale della Trinità dei Monti. Come atto devoto, come atto eroico, come atto musicale. "

De Libero Libero
Dal libro " Roma nei poeti e nei prosatori contemporanei ",
Editori Staderini

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

FRAGMENTO XVIII



Ontem caminhando por uma rua qualquer ...

Percebi :

Que Invariavelmente as ruas possuem dois lados ...

As vezes um lado esta com Sol outro com sombra.
Escolhemos o que mais nos agrada.

Outras vezes os dois lados estão na Sombra.
Escolhemos o que mais nos agrada.

Em outras ainda os dois lados estão no Sol.
Escolhemos o que mais nos agrada.

Então se algo não está te agradando ....
Mude de Rua !

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Mantra




Quase tudo pode ser encarado como um Mantra .

Quando lemos um livro e conseguimos transpor este espaço físico, para aquele espaço temporal imaginário que é ao mesmo tempo real estamos realizando um Mantra.

Quando estamos fazendo aquela reflexão de nós para nós mesmos, idem!

Quando fazemos aquela oração espiritual em prol de todos, idem!

Quando apenas fechamos os olhos 
e vamos em direção aos sonhos 
e invariavelmente aos pesadelos, idem!

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

BOOKS 5/2015



54.
Maurice Sendak
Wo Die Wilden Kerle Wohnen
Diogenes 

55.
Will Durant
Fallen Leaves 
Simon & Schuster Publisher 

56.
Manoel de Barros 
Meu Quintal é maior do que o Mundo
Antologia
Editora Alfaguara 

57.
Adélia Prado
Miserere
Editora Record 

58.
Gonçalo Ivo
Contemplaciones 
Papeles Mínimos Ediciones 

59.
Gonçalo Ivo 
"Peintures"
Galerie Boulakia, Paris

60.
Goethe 
Lieder 
Traduzione di Maria Teresa Giannelli
Mondadori 

61.
Goethe 
Lieder Conviviali
Traduzione di Maria Teresa Giannelli
Mondadori 

62.
Goethe
Ballate
Traduzione di Roberto Ferronani
Mondadori

63.
Benedetto XVI
Gli Apostoli 
Libreria Editrice Vaticana 

64.
Rotraut Susanne Berner
Karlchen- Geschichten
Carl Hanser Verlag

65.
Leo Lionni
Frederick
Deutsch von Günter Bruno Fuchs
Beltz & Gelberg Verlag

67.
Jean-Paul Mulders
Illustrationen Jacques & Lise
Das Müffelmonstee Brüllala
Bohem Verlag

68.
Antologia di Scrittori Laziali 
Cura di Enrico Falchi
Alberto Tallone Editori 
20 novembre 1972

69.
John Loengard
As I see it 
Thames & Hudson 

70.
Man Ray
Introduzione di Merry A. Foresta
Edizione FotoNote - Contrasto

71.
José Lins do Rego
Histórias da Velha Totônia
Confraria dos Bibliófilos do Brasil 






terça-feira, 15 de setembro de 2015

MORE THAN 70 COUNTRIES VISITED THE BLOG IN 7 YEARS


THANKS FOREVER !!!
71 COUNTRIES !!!


 1.  ALEMANHA
 2.  ANGOLA
 3.  AUSTRALIA
 4.  AUSTRIA
 5.  ARÁBIA SAUDITA
 6.  ARGENTINA
 7.  AZERBAIJÃO
 8.  BÉLGICA
 9.  BIELORÚSSIA
10. BRASIL
11. BULGARIA
12. CANADA
13. CHILE
14. CHINA
15. CINGAPURA
16. COLÔMBIA
17. CORÉIA DO SUL
18. CROÁCIA
19. DINAMARCA 
20. ESPANHA
21. ESLOVAQUIA
22. EMIRADOS ARÁBES
23. EGITO
24. EQUADOR
25. ESTÔNIA
26. EUA
27. ITALIA
28. ÍNDIA
29. INDONÉSIA
30. IRAQUE
31. IRLANDA
32. ISRAEL
33. FINLÂNDIA
34. FRANÇA
35. GEORGIA
36. GRÉCIA
37. GUIANA FRANCESA
38. HOLANDA
39. JAPÃO
40. JORDÂNIA
41. LÍBANO
42. LÍBIA
43. LITUÂNIA
44. LUXEMBURGO
45. MACEDÔNIA
46. MALÁSIA
47. MARROCOS
48. MÉXICO
49. MOLDÁVIA
50. OMÃ
51.  PANAMÁ
52. PARAGUAI
53. PERU
54. PORTUGAL
55. POLÔNIA 
56. QUÊNIA
57.  REINO UNIDO
58. REPÚBLICA TCHECA
59.  ROMÊNIA
60. RÚSSIA 
61.  SANTA LUCIA
62. SÃO VICENTE E GRANADINAS
63. SÉRVIA
64. SUÉCIA
65. SUIÇA
66. TAIWAN 
67. TURQUIA
68. UCRÂNIA
69. URUGUAI 
70. VENEZUELA
71.  ZIMBÁBUE

Introducing Apple Pencil

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Carta para Alguém ..





Tente trabalhar todas as energias recebidas ...
Quando criamos emoções
geramos uma carga de energia ..
As vezes boa para alguns ..
Ruim para outros ..
Inverta e reverta
Para receber o melhor para o teu momento

As vezes estamos vivendo de forma menos iluminada ...
Para sentir vontade de Luz
Ilumine !!!
Com cuidado para não cegar ..
Dirija o foco da luz para algo belo ...
E só o primeiro passo...


quinta-feira, 10 de setembro de 2015

CARTA PARA ALGUÉM



Ainda que nos conheçamos pouco ...
Nao quer dizer que não nos amemos ...

Ainda que nos conhecemos muito  ...
Nao quer dizer que não possamos nos conhecer mais ...

Ainda que não gostemos de algumas faces do outro ...
Nao quer dizer que não possamos conviver de uma forma Feliz ...

Ainda que não saibamos do Futuro ...
Não quer dizer que não possamos viver o Presente ...

Ainda que não queiramos nada ...
Não quer dizer que não desejamos algo ...


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

CLAUDIA MONTEVERDI


Claudia Monteverdi !!!
Cantora de Opera !!!
Adorava cantar a ária 
" Dove ti porta L'amore "
Hipnotizava a todos
com aquela voz macia...
" L'amore é vivere nel Paradiso,
chi arriva non esci mai "
...............
.........
....

ACADEMIA DE LETRAS DE BRASÍLIA EM MENDOZA (2013)


PARTICIPANTES DO 
1° ENCONTRO DE ESCRITORES
DE MENDOZA Y DE BRASÍLIA


José Carlos Gentili
Marco Coiatelli
José Luiz de Moura Pereira
Iran de Lima
Murilo Moreira Veras
Tarcízio Dinoá Medeiros
Romildo Teixeira de Azevedo
Francisco de Melo Catunda Martins





terça-feira, 8 de setembro de 2015

Mosteiro de São Bento 1984



Uma fotografia de 1984.
Talvez Perdida e 
Felizmente Achada

O tempo pouco vale 
Se podemos superá-lo temporariamente 

Pois em relação ao que vem pouco saberemos, porém se ajudarmos a construir um Futuro consistente, seremos eternamente partícipes deste Monumento Infinito !

Uma simples foto pode ser sempre apenas mais uma foto, ou pode se transformar num símbolo de prosperidade entre amigos aparentemente dispersos.

A dispersão é mais uma figura de retórica que não colocaram nas gramáticas.
Sobretudo se nós, praticantes da língua viva, alteramos o rumo dos destinos
e por extensão o das classificações.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

BARCO !!!!



Nada como um Barco...
Para sentirmos...
uma vontade...
de navegar... 

domingo, 6 de setembro de 2015

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Manoel de Barros (1916-2014)



Quando eu nasci
o silêncio foi aumentado.
Meu pai sempre entendeu
Que eu era torto 
Mas sempre me aprumou.
Passei anos me procurando por lugares nenhuns.
Até que não me achei - e fui salvo.



Manoel de Barros 
Na Antologia, pág 77.
Do livro : "Concerto a céu aberto para solos de ave"

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Maria Luisa Adaes




Eu olho o submerso
Onde tantos se debatem
E se prendem  sem sonhar

E desço uma vez única
para escrever meus versos

E dar a saber
Aos que se perdem
sem Pátria nem lar
O caminho de regresso

E eles não sabem
não importa saber

Não há regresso
Só a morte os espera

Nada posso dizer...
apenas deixo a flor da noite
Por mim encontrada!

Maria Luisa Adaes

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Derek Walcott



The last leaves fell like notes from a piano 
and left their ovals echoing in the ear; 
with gawky music stands, the winter forest 
looks like an empty orchestra, its lines 
ruled on these scattered manuscripts of snow. 

The inlaid copper laurel of an oak 
shines though the brown-bricked glass above your head 
as bright as whisky, while the wintry breath 
of lines from Mandelstam, which you recite, 
uncoils as visibly as cigarette smoke. 

'The rustling of ruble notes by the lemon Neva.' 
Under your exile's tongue, crisp under heel, 
the gutturals crackle like decaying leaves, 
the phrase from Mandelstam circles with light 
in a brown room, in barren Oklahoma. 

There is a Gulag Archipelago 
under this ice, where the salt, mineral spring 
of the long Trail of Tears runnels these plains 
as hard and open as a herdsman's face 
sun-cracked and stubbled with unshaven snow. 

Growing in whispers from the Writers' Congress, 
the snow circles like cossacks round the corpse 
of a tired Choctaw till it is a blizzard 
of treaties and white papers as we lose 
sight of the single human through the cause. 

So every spring these branches load their shelves, 
like libraries with newly published leaves, 
till waste recycles them—paper to snow— 
but, at zero of suffering, one mind 
lasts like this oak with a few brazen leaves. 

As the train passed the forest's tortured icons, 
ths floes clanging like freight yards, then the spires 
of frozen tears, the stations screeching steam,
he drew them in a single winters' breath 
whose freezing consonants turned into stone. 

He saw the poetry in forlorn stations 
under clouds vast as Asia, through districts 
that could gulp Oklahoma like a grape, 
not these tree-shaded prairie halts but space 
so desolate it mocked destinations. 

Who is that dark child on the parapets 
of Europe, watching the evening river mint 
its sovereigns stamped with power, not with poets, 
the Thames and the Neva rustling like banknotes, 
then, black on gold, the Hudson's silhouettes? 

>From frozen Neva to the Hudson pours, 
under the airport domes, the echoing stations, 
the tributary of emigrants whom exile 
has made as classless as the common cold, 
citizens of a language that is now yours, 

and every February, every 'last autumn', 
you write far from the threshing harvesters 
folding wheat like a girl plaiting her hair, 
far from Russia's canals quivering with sunstroke, 
a man living with English in one room. 

The tourist archipelagoes of my South 
are prisons too, corruptible, and though 
there is no harder prison than writing verse, 
what's poetry, if it is worth its salt, 
but a phrase men can pass from hand to mouth? 

>From hand to mouth, across the centuries, 
the bread that lasts when systems have decayed, 
when, in his forest of barbed-wire branches, 
a prisoner circles, chewing the one phrase 
whose music will last longer than the leaves, 

whose condensation is the marble sweat 
of angels' foreheads, which will never dry 
till Borealis shuts the peacock lights 
of its slow fan from L.A. to Archangel, 
and memory needs nothing to repeat. 

Frightened and starved, with divine fever 
Osip Mandelstam shook, and every 
metaphor shuddered him with ague, 
each vowel heavier than a boundary stone, 
'to the rustling of ruble notes by the lemon Neva,' 

but now that fever is a fire whose glow 
warms our hands, Joseph, as we grunt like primates 
exchanging gutturals in this wintry cave 
of a brown cottage, while in drifts outside 
mastodons force their systems through the snow.