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domingo, 29 de setembro de 2019
Apollinaire - Le Bestiaire
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
BOOKS 4/2019
31.
Mimmo Paladino
Fotografie Gianni Berengo Gardin
A cura di Flavio Arensi e Valeria Greppi
Testi di Flavio Arensi e Goffredo Fofi
Umberto Allemandi & C.
32.
Gonçalves de Magalhães
Antônio José, ou o Poeta e a Inquisição (1837)
Imprensa Nacional da Moeda
Lisboa, 2008
33.
Friedrich Schiller
Poesie Filosofiche
Traduzione di Giovanna Pinna
Feltrinelli
34.
Álvares de Azevedo (1831-1852)
Macário (1851)
Imprensa Nacional da Moeda
35.
Gonçalves Dias (1823-1864)
Leonor de Mendonça (1846)
Imprensa Nacional da Moeda
36.
William Wordsworth (1770-1850)
O Prelúdio (1850)
Tradução de Maria de Lourdes Guimarães
Relógio D’Água Editores
37.
Jörg Mühle
Two for Me, One for You
Gecko Press
38.
Hollie Hughes and Sarah Massini
The Girl and the Dinosaur
Bloomsbury Children’s Books
39.
Roald Dahl
The Enormous Crocodile
Illustration by Quentin Blake
Penguin Books
40.
Roald Dahl
George’s Marvellous Medicine
Illustration by Quentin Blake
Penguin Books
domingo, 11 de agosto de 2019
Petrarca
domingo, 28 de julho de 2019
Books 3/2019
Books 3/2019
23.
Dante Alighieri
Vida Nova
Tradução
Tradução, introdução e notas
Jorge Vaz de Carvalho
Editora Relógio D’Água
24.
Cecilia Meireles
Diário de Bordo
Ilustrações Fernando Correia Dias
Editora Global
25.
Michelangelo Pistoletto
Il Terzo Paradiso
Marsilio Editori
26.
Manoel de Barros
Menino do Mato
Alfaguara
27.
Lêdo Ivo
O caminho sem Aventura
Edições O Cruzeiro
1958
28.
Lêdo Ivo
Relâmpagos
Editora ContraCapa
2019
29.
Fiódor Dostoiévski
O Eterno Marido
Editora Nova Aguilar
30.
Shakespeare
Hamlet
Tradução Antonio M. Feijó
Relógio D’Água Editores
2015
sábado, 29 de junho de 2019
BOOKS 2/2019
Mimmo Paladino
BOOKS 2/2019
9.
Cas Willing
Sopa de Pedra
Ilustrações Paula Rego
Porto Editora
10.
Catarina Sobral
Tão tão Grande
Editora Orfeu Negro
11.
Giambattista Basile
Il Pentamerone
La Fiaba delle Fiabe
Bibliopolis
12.
Aristofane
Le Rane
Introduzione e Traduzione di
Guido Paduano
Note di Alessandro Grilli
Rizzoli Libri
13.
Arlindo Oliveira
Inteligência Artificial
Fundação Francisco Manuel dos Santos
14.
Aristofane
Le Nuvole
Introduzione, traduzione e note
di Alessandro Grilli
Rizzoli libri
15.
Francis Scott Fitzgerald
Il “Crack -up”
L’incrinatura
1936
Traduzione di Domenico Tarizzo
Mondadori
16.
Luciano Canfora
Per una storia delle biblioteche
Cura e postfazione di
Ugo Fantasia
Editore Il Mulino
17.
Eschilo
Sette contro Tebe
Traduzione Angelo Tonelli
Bompiani
18.
Eschilo
Supplici
Traduzione Angelo Tonelli
Bompiani
19.
Eschilo
Agamennone
Traduzione Angelo Tonelli
Bompiani
20.
Eschilo
Coefore
Traduzione Angelo Tonelli
Bompiani
21.
Eschilo
Eumenidi
Traduzione Angelo Tonelli
Bompiani
22.
Eschilo
Prometeo Incatenato
Traduzione Angelo Tonelli
Bompiani
sexta-feira, 15 de março de 2019
Books 1/2019
Tempera 75 x 50 - Gonçalo Ivo
1.
Luciano Canfora
La Natura del Potere
Editori Laterza
2.
Noam Chomsky
Verso il precipizio
Traduzione Arianna Bartolozzi
Lit Edizione
3.
Luciano Canfora
La scope do Don Abbondio
Edizione Laterza
4.
Piero Calamandrei
La Politica non è una Professione
Edizioni Henry Beyle
5.
Andrea Camilleri
O Tacchini non ringraziano
Disegni di Paolo Canevari
Salani Editore
6.
Noam Chomsky
Venti di Protesta
Adriano Salani Editore
7.
Carlos Drummond de Andrade
Canto Mineral
Ilustrado por Carlos Bracher
Bazar do Tempo
8.
Etienne de La Boétie
(1530-1563)
Discurso da Servidão Voluntária
Editora Nós
domingo, 24 de fevereiro de 2019
Arlete Sylvia
P A R A B E N S
AMIGO E CONFRADE MARCO COIATELLI
“ A FELICIDADE ESTÁ DENTRO DE NÓS.
É SIMPLESMENTE OLHAR PARA O CÉU
E EXTERNAR DO RECÔNDITO DE
NOSSA ALMA UM SUBLIME SENTIMENTO
DE PAZ E DIZER: “ SOU FELIZ “
GRANDE ABRAÇO DA AMIGA E CONFREIRA
ARLETE SYLVIA
BRASÍLIA 24 DE FEVEREIRO 2019
terça-feira, 25 de dezembro de 2018
BOOKS 5/2018
BOOKS 5/2018
45.
Mark Eisner
The Essential Neruda
Selected Poems
Bloodaxe Books
46.
Emilio Salgari
La costa d’Avorio
Illustrazione G. Gamba
A. Donath Editore
Genova, 1903
47.
Francesco Petrarca
Gil uomini illustri
Serie biblica
Einaudi Editore
48.
Euripide
Elena
Traduzione Angelo Tonelli
Bompiani
49.
Antonello Negri
Futurballa 1913-1918
Fondazione Pasquinelli
Skira
50.
Euripide
Fenice
Traduzione Angelo Tonelli
Bompiani
51.
Sofocle
Aiace
Traduzione Angelo Tonelli
Bompiani
52.
Sofocle
Trachine
Traduzione Angelo Tonelli
Bompiani
53.
Gaio Giulio Cesare
Bellum Hispaniense
La Guerra di Spagna
Traduzione di Antonio La Penna
e Adriano Pennacini
Einaudi-Gallimard
54.
Sofocle
Filottete
Traduzione Angelo Tonelli
Bompiani
55.
Sofocle
Edipo a Colono
Traduzione Angelo Tonelli
Bompiani
56.
Sofocle
Antigone
Traduzione Angelo Tonelli
Bompiani
57.
Roald Dahl
Esio Trot
(First Edition 1990)
Illustrated by Quentin Blake
Puffin Books by
Penguin Random House
58.
Sofocle
Elettra
Traduzione Angelo Tonelli
Bompiani
59.
Roald Dahl
The Witches
(First Edition 1983)
Illustrated by Quentin Blake
Puffin Books by
Penguin Random House
60.
Roald Dahl
Charlie and the Chocolate Factory
(First Edition 1964)
Puffin Books by
Penguin Random House
61.
Road Dahl
The Giraffe and the Pelly and Me
(First Edition 1985)
Illustrated by Quentin Blake
Puffin Books by
Penguin Random House
62.
Road Dahl
The Twits
(First Edition 1980)
Illustrated by Quentin Blake
Puffin Books by
Penguin Random House
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Murilo Veras
CONTRADITA À DESFAÇATEZ POLÍTICA
Nestes conturbados dias que antecedem às eleições presidenciais definitivas, a disputa entre os dois candidatos é tão acirrada que mais parece um ringue — ataques e defesas se confrontam, à solta, sobretudo quanto à língua solerte da esquerda festiva, que teme a perda do poder.
Neste clima, vem-nos à baila o fato da ocorrência, entre os cultores da inteligência, as chamadas “imposturas intelectuais”. Se eles, os embustes grassam desenvoltos nos meios artísticos, culturais e científicos, até de maneira lesiva, da mesma forma, em política, prevaricam os fomentadores do ódio e do nefelibatismo mental. Desse modo e arte, as campanhas viralizam cenas e imagens torpes, profanando as “redes sociais”, que utilizam livremente os espaços dessa espécie de maga da comunicação moderna, onde todo mundo tem vaga e vez para dizer o quiser, difamar os seus desafetos, acobertados pela impunidade.
Quer dizer que regredimos à barbárie, quando não se respeita mais o direito do outro? Democracia, livre arbítrio e liberdade de expressão significa denegrir o adversário numa disputa eletiva? Como ficam os preceitos da boa convivência, a educação, a ética contida nos estatutos da sociabilidade — no lixo?
Vê-se que as “imposturas intelectuais” denunciadas por Alan Sokal e Jean Bricmont, a destemida dupla do livro com o mesmo título, que tanto furor causou nos meios acadêmicos franceses e americanos, nos idos de 1999, desmascarando mitos eruditos como Lacan, Deleuse, Kristeva, et allia, continuam mais vigorantes do que nunca. Alguns dos “doutores” de nossos meios cults, escritores, professores, filósofos, historiadores, e que tais, apadrinhados com meia dúzia de artistas, cantores e representantes midiáticos, indolentes beneficiários da Lei Rouanet, fazem coro, criam fake news, subvertem os fatos. Formam eles — intelectuais e artistas — uma trupe de trapaceiros a forjarem peçonhas, notícias falsas e até atitudes vergonhosas. Haja vista a difusão nas redes sociais de uma enxurrada de truques, difamações, praticadas e fomentadas por elementos da esquerda contra o candidato da direita.
Campanha política ou troca de insultos pessoais, que chegam ao nível de baixaria, não condizente com a dignidade humana. Não são mais “imposturas”, mas falta de caráter mesmo, isto de que o “esquerdismo brasileiro”vem fazendo uso e — pasmem — seus asseclas, apoiados pela mídia, que, assim, aumenta suas audiências e engorda os ganhos milionários. Tudo correndo à custa de espectadores nefelibatas, que se tornam inocentes úteis, zumbis, manipulados pelas TVs, programas, anúncios einformações deformadas, à guisa de comunicação.
“Deus, ó Deus, onde estás que não respondes!” — perdeu-se a dignidade, a hombridade, o respeito. É o vale tudo, a algaravia dos costumes. Até os símbolos religiosos são desrespeitados. Voltaire, ó Voltaire, estavas certo com tuas invectivas moralistas: “Mente, mente, e alguma coisa ficará...”
O País surtou — não a Pátria de D. Pedro II, de Visconde de Mauá, de Manuel Beckman, de João Francisco Lisboa, de Sotero dos Reis e tantos outros pósteros. Rui Barbosa estremece em seu túmulo, de ver no seu torrão pátrio proliferar tanta desonestidade, justificando suas proféticas palavras: “...De tanto ver triunfar as nulidades, o cidadão comum sente vergonha de ser honesto.”
Imaginem o absurdo: um padre católico viraliza nas redes sociais sua imagem fazendo gesto de quem esfaqueia o inimigo, a gritar raivoso — “... é o que ele merece!”
“Em que sol, em que estrela tu t’esconde, Senhor Deus?” Rasga-se o Evangelho em plena luz do dia, à sombra de Jesus Crucificado. E a bestialidade continua, quando, noutro momento, é-nos mostrado o candidato do PT e sua vice recebendo a comunhão, enquanto noutra postação essa mesma vice braveja alto e bom som, que é anticristã e que, vencendo as eleições, promoverá a retirada dos símbolos sagrados de todos os órgãos federais, assim como acabar com os feriados religiosos, por inúteis. Não foi muito diferente do que disse certa professora de filosofia, em palestra, gritando aos berros: “Eu odeio a classe média!”
Eis o clima que temos suportar, espécie de antífona sacrílega, antes das eleições definitivas.
Praza aos céus que os bons fluidos nos rodeiem, que o Amor e a Esperança não sucumbam ao Mal, que nos rodeia. E que, ao cumprir o dever cívico, sejamos serenos e justos, para que não nos tornemos em vez de patriotas, traidores da Pátria.