Seguidores

quarta-feira, 7 de julho de 2010

LAURA TEDESCHI

 

Laura gostava muito de ir as Exposições...
Expressava toda a sua emoção...
numa tela ...
Muitas Emoções...
Muitas Telas...
e assim ela vivia 
sempre pintando 
e sempre feliz !!!

terça-feira, 6 de julho de 2010

AS TRÊS GIRAFAS...




As três Girafas Brasileiras fugiram...
Cansaram daquela vida selvagem...
Queriam viver numa situação mais tranquila..
Aquela confusão de estarem sempre preocupadas com os leões...
e os outros animais predadores deixavam elas estressadas...
Ah Vida Selvagem !!!

sábado, 3 de julho de 2010

Fred Bongusto- Anonimo Veneziano



Cuore cosa fai

che tutto solo te ne sai

il sole alto splende già

sulla cità

al buio tu non guarirai

non stare li dai retta me

di la dai vietri forse c'e

una per te, per te



Al meno guarda giù

che trà la gente che vedrai

c'e sempre una una che

è come te

un viso anonimo che sà

l'ingratitudine cosè

e una parola troverà

anche per te, per te



E allora te ne vai

non'hai perduto niente ancora

a un'altra vita a un'altro amore

non dare mai

il sole alto splende già

sul viso anonimo di chi

potrà rubarti, un'altro si

il mondo è li, è li

quarta-feira, 30 de junho de 2010

O SEGREDO DA MAMMA !!!




Tive que preparar um 
Risotto con Funghi !
Parece que consegui satisfazer a Mamma !
Ficou uma delícia !!!
Ela até cantou uma música Italiana !
E doppo ...
Balliamo come mai...
e Viva l'Amore !!!


terça-feira, 29 de junho de 2010

MAMMA


A Mamma está muito brava !!!
Estamos atrasados para o almoço ....
Na verdade acabamos de chegar com as compras...
Será que tem alguma forma de acalmá-la ?
Sei não !!! Sei sim !!!
Mas não posso contar o segredo...

sexta-feira, 25 de junho de 2010

MARINA MORENA



Marina, morena, Marina

você se pintou

Marina você faça tudo mas

faça o Favor ...

Não pinte esse rosto que
 eu gosto

Que eu gosto e que é só meu

Marina, você já é bonita

com o que Deus lhe deu

Já me aborreci, me zanguei,

Já não posso falar

E quando eu me zango, Marina

Não sei perdoar

Eu já desculpei tanta coisa

Você não arranjava outro igual

Desculpe, morena, Marina

Mas eu tô de Mal

terça-feira, 22 de junho de 2010

FOLHA DE OUTONO



O Outono chegando...
e a vontade de aproveitar...
aquela mudança feliz...
que as cores 
nos fazem lembrar...
os momentos inesquecíveis...
de algum tempo atrás...
pode ser ontem...
anteontem...
ou sei lá quando ...
O que importa afinal ?
Simplesmente :
Viver o Outono !!!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

terça-feira, 15 de junho de 2010

quinta-feira, 10 de junho de 2010

PROMONTÓRIO - PROMONTORY

PROMONTÓRIO

Sempre busquei a profusão das chuvas

e celebrei o excesso.



A porta que se abre à claridade do relâmpago
divide o dia em partes desiguais.
Mas entre a luz e a sombra há um espacço
onde o sonho e a vida acordada se juntam como dois corpos
separados das almas desunidas.
É a este lugar que retorno
quando a chuva cai em Maceió e derruba as folhas
dos cajueiros floridos.
Os goiamuns inquietos percebem nas locas a alteração do mundo
que oscila entre a lama e as raízes dos mangues
como duas cores do arco-íris.

Berço de tanajuras, patria ameaçada pelo trovão,
dunas sonâmbulas que só caminham à noite,
mar que umedece os lábios rachados da areia,
vento que dilacera o promontório,
longe de vós serei um exilado.




PROMONTORY

I always sought the profusion of the rains

and celebrated excess.



The door that opens on the clarity of lightning

divides the day into unequal parts.
But between the light and shadow there is a space
where dream and waking life join like two bodies
separated from their severed souls.
It is to this place that I return
when the rain falls in Maceió, dislodging the leaves
of the blossoming cashew trees.
The restless crabs notice in their tiny dens the changing of the world
that wavers between mud and mango roots
like two colors in a rainbow.

Cradle of tanajura ants, land threatened by thunder,
sleep-walking dunes that only walk at night,
sea that moistens the cracked lips of the sand,
wind that tears at the promontory,
far from you I’ll be in banishment.