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sexta-feira, 3 de abril de 2020

Pedro Lessa (1859-1921)




A HISTÓRIA ANTES DE BUCKLE

 

Na Grécia e em Roma, consistia a missão do historiador em narrar os acontecimentos memoráveis. Obra de arte, e não de ciência, a história se escrevia geralmente para perpetuar, encarecendo, os feitos militares, ou políticos; e seu principal merecimento estava em reproduzir tradições e crônicas, muitas vezes infiéis, sob os primores literários do estilo descritivo. Dionísio de Halicarnasso nota uma certa semelhança entre a forma animada e pitoresca da História de Heródoto e a dos poemas de Homero. A profunda concisão de Tucídides e a perfeição ática de Xenofonte fizeram da História da guerra do Peloponeso e da Retirada dos dez mil, inimitáveis modelos de narração. Salústio, de quem dizia o poeta Marcial primus romana Crispus in historia, exige do historiador, como primeira condição de sucesso, “uma linguagem à altura dos acontecimentos”. Sem embargo das suas qualidades de homem de ação, dos seus dotes de incomparável cabo de guerra, César foi exímio na gramática e na retórica; e tão rigoroso era o seu classicismo, que aconselhava a evitar as expressões novas ou incorretas, com a mesma solicitude com que o marinheiro deve fugir das penedias. É por isso que Cícero, segundo o testemunho do Suetônio, admirava o estilo puro dos Comentários, ao ponto de recomendar que ninguém “bordasse sobre essa talagarça”. Tito Lívio é a eloquência romana: tendo vindo já muito tarde quando a liberdade era apenas uma tradição para exercitar os seus talentos oratórios, e achando interdita a tribuna das arengas forenses, transportou o rosto para as Décadas, e, no dizer de Taine, “il fut historien pour rester orateur”. Quinto Cúrcio, um simples teórico, a nenhum escritor cede na descrição das batalhas. A energia, a profundeza e o brilho do estilo de Tácito, que “a poesia, o ódio e o estudo inflamaram e sombrearam”, só se encontram uma vez na história.

Mas, sob as formas atraentes, ou empolgantes, dessa consumada arte de descrever, não se procure, pois frequentemente seria vão esforço, apurar a fidelidade das informações, inquirir a verdade dos fatos. Não se observavam, porque se ainda não conheciam, os cânones da heurística, da diplomática e da crítica de interpretação, sem os quais ninguém hoje se aventura à árdua tarefa da historiografia. Raros historiadores, ao reconstruírem os fatos políticos e militares da vida de um personagem, de uma família ilustre, ou de um povo, em determinado período (e cifrava-se nisso a História), procediam a um escrupuloso exame das provas, ou se davam ao ímprobo labor de cirandar meticulosamente os documentos. Quão poucos poderiam repetir, convencidos, as palavras de Tucídides: “No que toca à verdade dos fatos, diz o autor da História da guerra do Peloponeso, não dei crédito às primeiras pessoas que encontrei, nem às minhas impressões pessoais; narrei somente os acontecimentos de que fui espectador, ou sobre os quais adquiri informações precisas e de certeza absoluta.” Na Anábase, Xenofonte descreve fatos de que foi testemunha, porquanto fez parte da expedição de Ciro, o moço, a qual comandou depois da morte de Clearco, e por isso a sua narrativa se aceita como verdadeira; mas, na Ciropédia, tanto desdenhou a verdade, que é hoje opinião unânime não passar a história de Ciro de um romance moral. Em verdade, aquele jovem príncipe, dotado pela natureza de todos os encantos imagináveis do espírito e do corpo, educado no seio de um povo singular, que a tudo antepunha a utilidade pública, e de tal arte formava o coração de seus filhos, que estes não cometiam jamais atos censuráveis, nem tinham nunca motivo para corar; aqueles bárbaros, tão zelosos cultores da justiça, que nas escolas só ensinavam as normas do Direito, tão imbuídos dos preceitos da mais pura ética, que escrupulosamente praticavam todas as virtudes mais tarde preconizadas pelo Cristianismo; aquele perfeito e elevadíssimo estoicismo, que nos faz antever em cada persa, sectário da religião mazdeísta, o mais bem acabado protótipo do místico medieval; tudo isso por certo pode constituir o ornato e o ensinamento moral de um livro destinado à educação da juventude, mas destoa profundamente da severidade do historiador. Se, para escrever a Retirada dos dez mil, Xenofonte fez de Tucídides o seu modelo, quanto à fidelidade da exposição, na Ciropédia imitou o Pai da História, o qual com fábulas e lendas, entretecidas nos fatos, compôs os seus nove livros, consagrados às nove musas, e que mais se assemelham aos cantos de uma epopeia do que aos capítulos de uma História.

Não obstante o manifesto desdém de Quintiliano, ao aludir às histórias gregas, os historiadores romanos não foram menos descaroáveis para com a verdade. Dificilmente compreendemos hoje o modo como Tito Lívio se preparou para escrever a História, a sua absoluta ausência de curiosidade quanto aos documentos e testemunhos com que devia cimentar as suas narrativas. Era-lhe fácil ir ao tesouro público e ao templo das Ninfas, para ler sobre as tábuas de bronze as leis régias e tribunícias, os antigos tratados celebrados com as nações vencidas pelo povo romano, os decretos do senado e os plebiscitos; cumpria-lhe, ao menos, recorrer aos anais preparados pelos pontífices, que minuciosamente foram anotando todos os acontecimentos merecedores de transcrição na história romana; mas Tito Lívio teve por indigno de si proceder a essas pesquisas, aliás tão fáceis a um cidadão romano; nem sequer visitou os lugares onde se passaram muitos dos feitos militares, por ele descritos. Daí os equívocos, os erros, as falsidades, que abundam nas Décadas. Salústio escreveu somente para revelar a admirável perfeição do seu estilo, e por isso “explorou a História, como se fora a sua província de África, como egoísta e artista de gênio”, tratando apenas dos fatos suscetíveis de descrições brilhantes pela forma.

A História, para os gregos e romanos, é um gênero literário. A amplificação oratória, as ficções, o maravilhoso épico, inçam as narrativas, desfigurando os fatos, e subtraindo-os à justa apreciação dos mais claros e seguros entendimentos. O que constitui a sedução da História na Antiguidade é a língua, o estilo, a arte da composição, a movimentação dramática, fonte inesgotável de emoções e de prazer, a nos mostrar, em quadros animados da mais vívida eloquência, as grandes e fortes virtudes do heroísmo e do patriotismo.

Alguns historiadores desse período alimentavam a pretensão de fazer da História um vasto repositório de lições políticas e morais, a “mestra da vida”. Políbio e Plutarco foram insignes no gênero. Já Xenofonte tinha sido um iniciador, e Salústio fez preceder a cada uma de suas obras (Catilina, seu Bellum catilinarium, e Jugurtha, seu Bellum jugurthinum) um discurso da mais enaltecida moral, tão destoante da vida de quem foi expulso do Senado por suas escandalosas imoralidades.

A Antiguidade clássica não fez da História uma ciência. Nem quanto a essa doutrina que, muitos séculos depois, se chamou a Filosofia da História, conseguiu mais do que rudimentar e grosseiro esboço. Apenas o gênio profundo de Tucídides teve uma percepção fugaz das leis a que estão sujeitos os fenômenos sociais: acreditava o autor da História da guerra do Peloponeso que seu estudo seria útil a todos que quisessem, partindo do conhecimento dos fatos passados, compreender os fatos futuros, que, “segundo as leis humanas serão semelhantes, ou análogos”. Mas, lançadas acidentalmente essa e outras observações de admirável justeza, o historiador grego prossegue em sua narrativa, sem induções, sem sistematizar os fatos, explicando, quando muito, os acontecimentos como um político, pela natureza das instituições, pelo papel desempenhado pelos partidos, pelo conflito dos interesses, pelo jogo das paixões, pela eloquência dos homens de Estado e pela tática dos homens de guerra. Ainda é a personalidade humana, a vontade individual ou coletiva, que ocupa a cena da História, como em Heródoto. Não se nota mais a sensibilidade ingênua, a imaginação juvenil de Heródoto, para quem a queda de um raio sobre os bárbaros reunidos junto aos muros do templo de Minerva Proneia, e o despenharem-se com fracasso dois rochedos do cume do monte Parnaso, são os maiores prodígios, os mais portentosos acontecimentos que pode narrar um historiador. O autor da História da guerra do Peloponeso não se eleva às causas naturais dos fatos, nem nos dá as leis a que aludiu no começo de sua crônica, em um rasgo assombroso do gênio. Continuador do método histórico de Tucídides é Políbio, que procura explicar a superioridade política e militar de Roma, comparando-lhe as instituições com as dos outros povos. Mas, toda a filosofia de Políbio está condensada nesta fórmula: “Cumpre estudar a constituição de um Estado, como a causa primordial dos bons e maus sucessos em tudo. É dessa constituição, como de uma fonte, que derivam as empresas e seus efeitos.” Salústio, Tito Lívio, Tácito, todos os historiadores romanos, nos dão uma única explicação da grandeza e da decadência de Roma: a cidade cresceu, elevou-se, dominou, em consequência de suas virtudes e por uma predestinação divina; decaiu, perdeu a liberdade e o império do mundo, em consequência da dissolução dos costumes, produzida pelo luxo. Não passa dessa rudimentar consideração a Filosofia da História em Roma.

Não se pretenda tampouco descobrir, nos historiadores gregos e romanos, a coordenação metódica dos fatos, a sistematização científica dos elementos preparados pelo historiador, para as generalizações das ciências sociais. Taine caracterizou bem a História, tal como foi compreendida pela Antiguidade clássica, dizendo que ela nos oferece unicamente uma sucessão de acontecimentos, e não classes de fatos. Preocupados com os feitos bélicos e as ações dos políticos, os historiadores do período greco-romano poucas ou nenhumas informações nos ministram sobre a indústria, o comércio, os costumes domésticos, a religião, a ciência, as letras, as artes liberais e mecânicas, sobre todos aqueles fatos estudados hoje pelos historiadores, como o conteúdo principal da História.

quarta-feira, 1 de abril de 2020

CHARLES SANDERS PEIRCE (1839-1914)





“ É fácil ter a certeza. Só é preciso ser suficientemente indeciso. “


Textos Escolhidos 4,

 # 237


CHARLES SANDERS PEIRCE

(1839-1914)

domingo, 29 de março de 2020

Coronavírus 3



Fez-se a noite, 

e fez-se o dia ...


Esquecido o final,

e sem se lembrar do início ...


A quarentena continuou ...


Desafiando otimistas e pessimistas...


Criando confusões e desentendimentos entre o que é certo e o que é errado,(acho que antes também era assim).


Embaralhando os donos do poder, quem sem saber sucumbiam pelas  própria palavras proferidas.


Profeta bom nessa hora fica em Silêncio !

quinta-feira, 26 de março de 2020

Coronavírus 2







Coronavírus 2


Extremados estresses se aproximam, momentos de necessárias delicadezas.


Famílias discutindo sem razão.


Brigas guardadas, agora ressuscitadas.


Tudo passa, tudo passará !


Quem conseguir sobreviver verá.


Constatar que do pó viemos e ao pó retornaremos.


Ser Zen, sem nunca ter se preocupado com isso.


Ser Sábio, sem nunca ter sido inteligente.


Ser paciente, sem nunca ter vivido sem o relógio.


Ser resiliente, sem nunca ter insistido muito.


Ser Generoso, sendo sempre egoísta.


Grandes transformações.


Vírus Filho da Puta ?


Quaresmal Quarentena ?


E nós ?


Sobreviveremos a nós mesmos ?








sábado, 21 de março de 2020

Antonella







Antonella exercita o corpo
para educar a mente ...

Aprendeu que a mente pode ser preguiçosa ..
Se o corpo descansa demais ...

terça-feira, 17 de março de 2020

Guimarães Passos



PARADOXO

Se encontrares alguém no teu caminho,
Que do teu pranto menoscabe, rindo,
Que te ouvindo gemer, teus ais ouvindo,
Quebre na face o rictus do escarninho;

Se encontrares alguém que, descobrindo
No recesso da tua alma íntimo espinho,
Em vez de dar-te fraternal carinho,
Aprofunde-te a dor que estás sentido;

Não te zangues com ele, não te zangue
O desgraçado riso que lhe vires;
Toca-lhe o peito – vê, poreja sangue;

Toca-o: verás que fementidos modos!
Sonda-o: verás, por tudo que lhe ouvires
Que ele é mais desgraçado que nós todos.

segunda-feira, 16 de março de 2020

Dante




“ Questi non ciberà terra né peltro,


ma sapienza, amore e virtute,


e sua nazion sarà tra feltro e feltro.” 


Inferno I,103 

sábado, 14 de março de 2020

Books 2/2020





11.

Anne Herbauts

La Maison Bleu

Casterman



12.

Josué Montello

Ilustrações de Péricles Rocha

Novelas e Contos

  • O Monstro 
  • A Extensão 
  • O Velho Diplomata
  • Numa Véspera de Natal 

Edição Centenário 

41• publicação da 

Confraria dos Bibliófilos do Brasil 



13.

Marilda Castanha

As quatro mãos 

Companhia das Letras



14.

André Neves

Mel na Boca

Cortez Editora



15.

Bertolt Brecht

Se os tubarões fossem homens 

Edições Olho de Vidro



16.

Herberto Sales

Edição Centenário

Ilustrações Hans Haudenschild

Doze contos escolhidos 

  • A onça 
  • Emboscada
  • Missão Especial 
  • Duas Versões 
  • O Lobisomem 
  • Murilo, o bom defunto
  • O Morrinho 
  • Mula- sem -Cabeça 
  • Uma questão de Tranquilidade 
  • Verão 
  • Por Amor
  • Pistoleiro ?

40• publicação da

Confraria do Bibliófilos do Brasil 



17.

Carlos Heitor Cony

Seleção de Crônicas

Ilustrações de Bruno Liberati

Confraria dos Bibliófilos do Brasil 



18.

Lima Barreto

A Biblioteca e outros contos 

Ilustração de Ivald Granato

  • O moleque 
  • A nova Califórnia 
  • Lourenço, O Magnífico 
  • Mágoa que rala
  • Um especialista 
  • Miss Edith e seu Tio
  • A doença do Antunes
  • A Biblioteca 

44 • edição da

Confraria dos Bibliófilos do Brasil



19.

Karl Ove Knausgaard 

Inadvertent

Translated from Norwegian by

Ingvild Burkey

Yale University Press 



20.

Jorge Medauar Centenário 

Doze contos selecionados 

Ilustrações de Vivaldo Lima 

  • O dinheiro do Caju
  • O caso do Morto
  • A fivela 
  • O agrado 
  • O enterro 
  • O incêndio 
  • Os filhos 
  • Jagunços
  • Hércules 
  • O garrote
  • Cavalo empacado 
  • Compadres

Confraria dos Bibliófilos do Brasil 



21.

Epicuro 

Cartas, Máximas e Sentenças 

Tradução do Grego por 

Gabriela Baião 

Edições Sílabo 













quinta-feira, 12 de março de 2020

Epicuro 2



4. Nenhum prazer é em si mau. Contudo, as coisas que produzem alguns prazeres trazem consigo perturbações que são muito maiores do que os prazeres.


5. Dos bens preparados pela sabedoria com vista a garantir a felicidade ao longo da vida, o maior é a posse da amizade.

quarta-feira, 11 de março de 2020

Coronavírus



Em época tão complicada e difícil com essa Fase Coronavírus, nos resta encontrar e reencontrar um bom livro, um bom filme, uma boa conversa com quem convivemos e mesmo com quem vivemos.


Certamente encontraremos na Bíblia, em uma canção, em uma poesia ou mesmo dentro de nós a frase :

Tudo passa,
tudo passará...

E assim poderemos descobrir o que estava coberto pela passagem do tempo de pessoas sem tempo (acredito que todos nós).

Momento portanto de reflexão e oração.

Pouco nos resta além de sermos otimistas e termos fé de que ...

Tudo passa ...
Tudo passará ...


segunda-feira, 9 de março de 2020

Epicuro 1



1. É preciso compreender que o discurso longo e o breve tendem para o mesmo fim.

2. A natureza humana é fraca em relação ao mal, não em relação ao bem; pois os prazeres preservam-na, as dores destroem-na.

3. Nada é suficiente para quem o suficiente é pouco.

quarta-feira, 4 de março de 2020

Lao Tzu





Per raggiungere la conoscenza aggiungi qualcosa ogni giorno. 
Per conquistare la saggezza togli qualcosa ogni giorno.
(Lao Tzu)

terça-feira, 3 de março de 2020

Karl Ove Knausgaard



 Literature is not primarily a place for truths, is the space where truths play out. “ 
Karl Ove Knausgaard

domingo, 1 de março de 2020

sábado, 22 de fevereiro de 2020

Pensieri 2



Perceber e Compreender 

o quanto somos transitórios nesta Vida pode nos ajudar a viver melhor.


Entender o significado de “Custodiar”, de aprender a cuidar do patrimônio para outrem, sem os egoísmos desnecessários.


São propostas difíceis, as vezes inalcançáveis para os nossos cérebros ou corações.


Por isso entendo que tudo é um treinamento perpétuo, sem chances para desistências (se quisermos prosperar intelectualmente, espiritualmente e materialmente ).

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Pensieri 1


 

Dopo aver girato un po ', a volte ho la sensazione che la Vita, 

 è una grande ruota panoramica. 

 

Penso che in media facciamo tre o quattro giri significativi (sicuramente alcuni di più, altri di meno). 

 

In quei momenti siamo testati con quello che abbiamo imparato nei giri precedenti !

domingo, 19 de janeiro de 2020

BOOKS 1/2020





BOOKS 1/2020



1.

Olavo Bilac

Seleção de Poesias

Ilustrações de Antônio Peticov

42* Edição da

Confraria dos Bibliófilos do Brasil




2.

Peter Handke

Nobel 2019

Os Belos Dias de Aranjuez

Tradução Maria Manuel Viana

Edições Documenta



3.

Peter Handke

Nobel 2019

Poema à Duração 

Tradução e introdução de

José A. Palma Caetano 

Editora Assírio & Alvim



4.

William Shakespeare

Rei Ricardo III (1592)

Tradução de 

Carlos Alberto da Costa Nunes 

Editora Agir 



5.

William Shakespeare

Rei João (1596/1597)

Tradução de 

Carlos Alberto da Costa Nunes 

Editora Agir



6.

Tomi Ungerer

Die Drei Rauber

Diogenes Verlag 



7.

Tomi Ungerer

Zeraldas Riese

Diogenes Verlag 



8.

William Shakespeare

Rei Ricardo II

Tradução de 

Carlos Alberto da Costa Nunes 

Editora Agir



9.

Lucrécio

Livro IV

Da Natureza das Coisas

Tradução de 

Luís Manuel Gaspar Cerqueira

Relógio de Água Editora 




10.

Nina Freudenberger

with Sadie Stein

Biblio•Style

Clarkson Potter Publishers









 

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Gabriela Mistral





La Tierra y la Mujer


....


Al venir la noche hace

guiño socarrón el grillo,

Y en saliendo las estrellas,

me le harán sus santos guiños ...


Yo le digo a la otra Madre,

a la llena de caminos :

“ ¡ Haz que duerma tu pequeño 

para que se duerma el mío ! “


Y la muy consentidora,

la rayada de caminos,

me contesta : “ ¡ Duerme al tuyo 

para que se duerma el mío ! “

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Ensaio 1 - Imaginação

  


IMAGINAÇÃO 


Pensar ou Imaginar ...

Sonhar ou Imaginar ...

Afinal o que é melhor ?

Penso que imaginar seja o melhor, talvez imaginar seja como Sonhar de olhos abertos.

Precisamos ir ao Dicionário para pesquisar com calma.