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segunda-feira, 22 de junho de 2020
sexta-feira, 19 de junho de 2020
A Arte pode nos Salvar
quinta-feira, 11 de junho de 2020
segunda-feira, 8 de junho de 2020
Cantico delle Creature
«Altissimo, Onnipotente Buon Signore, tue sono le lodi, la gloria, l'onore e ogni benedizione.
A te solo, o Altissimo, si addicono e nessun uomo è degno di menzionarti.
Lodato sii, mio Signore, insieme a tutte le creature, specialmente per il signor fratello sole, il quale è la luce del giorno, e tu tramite lui ci dai la luce. E lui è bello e raggiante con grande splendore: te, o Altissimo, simboleggia.
Lodato sii o mio Signore, per sorella luna e le stelle: in cielo le hai create, chiare preziose e belle.
Lodato sii, mio Signore, per fratello vento, e per l'aria e per il cielo; per quello nuvoloso e per quello sereno, per ogni stagione tramite la quale alle creature dai vita.
Lodato sii mio Signore, per sorella acqua, la quale è molto utile e umile, preziosa e pura.
Lodato sii mio Signore, per fratello fuoco, attraverso il quale illumini la notte. Egli è bello, giocondo, robusto e forte.
Lodato sii mio Signore, per nostra sorella madre terra, la quale ci dà nutrimento e ci mantiene: produce diversi frutti, con fiori variopinti ed erba.
Lodato sii mio Signore, per quelli che perdonano in nome del tuo amore, e sopportano malattie e sofferenze.
Beati quelli che le sopporteranno serenamente, perché dall'Altissimo saranno premiati.
Lodato sii mio Signore per la nostra sorella morte corporale, dalla quale nessun essere umano può scappare, guai a quelli che moriranno mentre sono in peccato mortale.
Beati quelli che troveranno la morte mentre stanno rispettando le tue volontà. In questo caso la morte spirituale non procurerà loro alcun male.
Lodate e benedite il mio Signore, ringraziatelo e servitelo con grande umiltà.»
domingo, 7 de junho de 2020
Cantico das Criaturas - San Francesco de Assis
Altíssimo, omnipotente, bom Senhor,
a ti o louvor, a glória, a honra e toda a bênção.
A ti só, Altíssimo, se hão-de prestar
e nenhum homem é digno de te nomear.
Louvado sejas, ó meu Senhor, com todas as tuas criaturas,
especialmente o meu senhor irmão Sol,
o qual faz o dia e por ele nos alumias.
E ele é belo e radiante, com grande esplendor:
de ti, Altíssimo, nos dá ele a imagem.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pela irmã Lua e as Estrelas:
no céu as acendeste, claras, e preciosas e belas.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pelo irmão Vento
e pelo Ar, e Nuvens, e Sereno, e todo o tempo,
por quem dás às tuas criaturas o sustento.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pela irmã Água,
que é tão útil e humilde, e preciosa e casta.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pelo irmão Fogo,
pelo qual alumias a noite:
e ele é belo, e jucundo, e robusto e forte.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pela nossa irmã a mãe Terra,
que nos sustenta e governa, e produz variados frutos,
com flores coloridas, e verduras.
Louvado sejas, ó meu Senhor, por aqueles que perdoam por teu amor
e suportam enfermidades e tribulações.
Bem-aventurados aqueles que as suportam em paz,
pois por ti, Altíssimo, serão coroados.
Louvado sejas, ó meu Senhor, por nossa irmã a Morte corporal,
à qual nenhum homem vivente pode escapar:
Ai daqueles que morrem em pecado mortal!
Bem-aventurados aqueles que cumpriram a tua santíssima vontade,
porque a segunda morte não lhes fará mal.
Louvai e bendizei a meu Senhor, e dai-lhe graças
e servi-o com grande humildade
segunda-feira, 1 de junho de 2020
Marco 4; 1-9
Marco 4
1 Novamente Jesus começou a ensinar à beira-mar. Reuniu-se ao seu redor uma multidão tão grande que ele teve que entrar num barco e assentar-se nele. O barco estava no mar, enquanto todo o povo ficava na beira da praia.
2 Ele lhes ensinava muitas coisas por parábolas, dizendo em seu ensino:
3 "Ouçam! O semeador saiu a semear.
4 Enquanto lançava a semente, parte dela caiu à beira do caminho, e as aves vieram e a comeram.
5 Parte dela caiu em terreno pedregoso, onde não havia muita terra; e logo brotou, porque a terra não era profunda.
6 Mas quando saiu o sol, as plantas se queimaram e secaram, porque não tinham raiz.
7 Outra parte caiu entre espinhos, que cresceram e sufocaram as plantas, de forma que ela não deu fruto.
8 Outra ainda caiu em boa terra, germinou, cresceu e deu boa colheita, a trinta, sessenta e até cem por um".
9 A seguir Jesus acrescentou: "Aquele que tem ouvidos para ouvir, ouça! "
sábado, 30 de maio de 2020
Eclesiastes 3 - Latim
2. tempus nascendi et tempus moriendi tempus plantandi et tempus evellendi quod plantatum est
3. tempus occidendi et tempus sanandi tempus destruendi et tempus aedificandi
4. tempus flendi et tempus ridendi tempus plangendi et tempus saltandi
5. tempus spargendi lapides et tempus colligendi tempus amplexandi et tempus longe fieri a conplexibus
6. tempus adquirendi et tempus perdendi tempus custodiendi et tempus abiciendi
7. tempus scindendi et tempus consuendi tempus tacendi et tempus loquendi
8. tempus dilectionis et tempus odii tempus belli et tempus pacis
quarta-feira, 27 de maio de 2020
Coronavírus V
sexta-feira, 22 de maio de 2020
Puccini- Tosca
E olezzava la terra,
Stridea l'uscio dell'orto
E un passo sfiorava la rena.
Entrava ella, fragrante,
Mi cadea fra le braccia.
Mentr'io fremente
Le belle forme disciogliea dai veli!
Svanì per sempre il sogno mio d'amore...
L'ora è fuggita,
E muoio disperato!
E non ho amato mai tanto la vita !
quinta-feira, 21 de maio de 2020
Do Pó viemos ao Pó retornaremos ...
quarta-feira, 20 de maio de 2020
Coronavírus IV
Coronavírus, alguém está enxergando algo ?
Na verdade acho que somente os profetas desempregados é que estão vendo ... primeiro o próprio desemprego, segundo o desemprego alheio ...
Porém é preciso ser
sempre Otimista !
Talvez encontrar este otimismo em momentos de escuridão como agora, seja a genialidade do momento !
Entre tantas, uma prioridade já foi eleita : Sobreviver !
Sem a convivência física dos amigos, parentes e colegas que sequer percebíamos.
Parece que o tempo parou.
Mas ele não parou, está aí passando com a mesma velocidade de sempre.
Nós que eventualmente ficamos mais lentos por estarmos amarrados as amarras que criamos em torno de nós, e dependendo do tamanho, apelidamos gentilmente de muros de proteção ou um dia descobrimos que são apenas nós do nosso cérebro noz.
É preciso um esforço muito grande para não sucumbirmos ao marasmo mortífero que nos leva ao campo santo espiritual.
Ressuscitar é a nova palavra de ordem, redobrando a atenção, pois a nova semeadura faz-se em terreno infértil ... portanto precisamos levar o fertilizante que eventualmente temos dentro de nós.
Re- Aprender a plantar ...
Re- Aprender a aguar ...
Re - Aprender a cuidar ...
Re - Aprender a Sobreviver ...
Que Deus nos Ilumine !!!
Marco Coiatelli
Brasília
20-V-20
domingo, 17 de maio de 2020
Fernando Pessoa
domingo, 3 de maio de 2020
Vinicius de Moraes (1913-1980)
sábado, 2 de maio de 2020
BOOKS 3/2020
BOOKS 3/2020
22.
Emilio Salgari
Il Re della Prateria
Oscar Mondadori
23.
Paulo Barreto (João do Rio)
1881-1921)
Cadeira XXVI
Discurso ABL em 17 agosto 1910
Recepção de Coelho Neto
24.
Pedro Lessa (1859-1921)
Cadeira XI
Discurso ABL em 6 setembro 1910
Recepção Clóvis Beviláqua
25.
Martins Pena
O Noviço (1845)
Escritores dos países de Lingua Portuguesa
Imprensa Nacional -
Casa da Moeda
26.
Joaquim Manuel de Macedo
A Torre em Concurso (1861)
Escritores dos países de Lingua Portuguesa
Imprensa Nacional -
Casa da Moeda
27.
Castro Alves (1847-1871)
Gonzaga, ou A revolução de Minas (1867)
Escritores dos países de Lingua Portuguesa
Imprensa Nacional -
Casa da Moeda
28.
Anthologie Bilingue
de la Poésie Espagnole
- Carlos Sahagún
- Antonio Martinez Sarrión
- José María Álvarez
- Jose Luiz Giménez Frontín
- Jose Miguel Ullán
- Félix de Azúa
- Pedro Gimferrer
- Antonio Collinas
- Guillermo Carnero
- Leopoldo Maria Panero
- Jaime Siles
- Luis Antonio de Villena
- Blanca Andreu
- Juan Ramón Jiménez
- León Felipe
29.
Euclides da Cunha (1866-1909)
Cadeira VII
Discurso ABL
em 18 de dezembro de 1906
Recepção de Silvio Romero
Discurso ABL
30.
Artur Jaceguai (1843-1914)
Cadeira VI
Discurso ABL
em 9 de novembro de 1907
Recepção de Afonso Arinos
31.
Virginia Woolf
A arte da brevidade
Contos
Tradução de Tomaz Tadeu
Editora Autêntica
32.
Augusto de Lima (1859-1934)
Cadeira XII
Discurso ABL
em 5 de dezembro de 1907
Recepção: Medeiros e Albuquerque
33.
Gabriela Mistral (1889-1957)
Nobel 1945
Ternura (1924)
Real Academia Española
quarta-feira, 29 de abril de 2020
Oliveira Lima (1867-1928)
PERFIL DE DOM JOÃO VI
Dom João VI não foi o que se pode chamar um grande soberano, de quem seja lícito referir brilhantes proezas militares ou golpes audaciosos de administração: não foi um Frederico II da Prússia nem um Pedro I da Rússia. O que fez, o que conseguiu, e não foi afinal pouco, fê-lo e conseguiu-o, no entanto, pelo exercício combinado de dous predicados que cada um deles denota superioridade: um de caráter, a bondade; o outro de inteligência, o senso prático ou de governo. Foi brando e sagaz, insinuante e precavido, afável e pertinaz.
De sua amablidade contam-se traços de cativar. Quando a Arquiduquesa Leopoldina, após a cerimônia do casamento, chegou a São Cristóvão, que tinha sido preparado para receber os nubentes, encontrou nos seus aposentos particulares o busto do Imperador da Áustria, seu pai, e o Rei fez-lhe entrega, para que lesse e se distraísse, de um livro que, ao abrir e folhear, verificou ela comovida conter os retratos de toda a família ausente. (1)
Para avaliar sua esclarecida equidade, basta referir o que observou o cônsul Henderson: que os ingleses residentes no Rio, quando lhes ocorriam dificuldades sérias com a administração, preferiam muito dirigir-se diretamente ao monarca, sempre disposto a fazer justiça, a entender-se com seus ministros. Frequentes vezes na sua (2) obra, autor britânico elogia a cordura, a benignidade e o liberalismo de Dom João VI, que um escritor dos nossos dias (3) , confundindo a miragem com a perspectiva, intitula com mais espírito do que verdade histórica um “real fantoche”.
Também o ministro americano Sumter dizia gostar incomparavelmente mais de tratar com o Rei, cuja bondade reconhecia e proclamava, do que de tratar com seus conselheiros, sobre quem lançava a culpa de quanto pudesse suceder de mau. “Fala em termos favoráveis do Rei, mas julga péssima a condição da sociedade e altamente desaprova os mil vexames e abusos praticados com o povo em nome do Governo.” (4) Tão longe estava aquele diplomata de considerar o Rei uma nulidade, que nele admitia vontade sincera de cultivar boa inteligência e amizade com os Estados Unidos, reputando-o em tal assunto muito mais adiantado do que os seus cortesãos.
São traços todos esses mais autênticos e fidedignos na sua simpática nobreza de que as anedotas picarescas que valeram a Dom João VI um renome - talvez não usurpado se contido nos limites do desenho e não puxado até a caricatura - de desmazelo bonacheirão e de esperteza saloia, uma auréola barata de bonhomme Richard coroado, uma fama de rei filósofo, que apimentavam suas desventuras conjugais e a que emprestava verossimilhança o seu físico ingrato, homely como bruscamente o qualificou Prior.
Baixo, gordo, sanguíneo, tinha de aristocrático as mãos e pés muito pequenos, mas de vulgar as coxas e pernas muito grossas mesmo em relação à corpulência, e sobretudo um rosto redondo sem majestade nem sequer distinção, no qual avultava o lábio inferior espesso e pendente dos Habsburgos, sem, porém, a maxila protuberante e o queixo pontudo de alguns dos príncipes austríacos, cujos retratos nos foram legados por célebres artistas - que decerto não aninhariam tal propósito maldoso - como exemplares indiscutíveis de degenerescência.
Em Dom João VI as imperfeições de todo ser humano não chegavam para que desmerecessem as sólidas qualidades. Se era tímido, pusilânime mesmo, como tal egoísta, ressentido, ciumento de atenções, amigo de monopolizar as deferências e inimigo de perdoar os agravos menores, também era clemente, misericordioso nas grandes ocasiões quando se fazia apelo direto ao seu coração, arguto em qualquer emergência, raramente ou nunca perdendo o equilíbrio moral, tão generoso para com seus fâmulos e validos quanto econômico consigo, estudioso aferrado dos negócios públicos e governante invariavelmente bem-intencionado. Eram aqueles em suma pequenos defeitos a contrapor a um belo conjunto de virtudes, raro num monarca despótico.
Seu senso político revelou-se em muita ocasião. Um dos mais fracos soberanos da Europa, vimos ter sido o único que escapou às humilhações pessoais por que fez Napoleão passar os representantes do direito divino: os Bourbons da Espanha e da Itália, ludibriados, depostos, vagabundos ou cativos; o Rei da Prússia, expulso dos seus Estados; o César austríaco, compelido a implorar a paz e conceder ao aventureiro corso a mão de sua filha; o próprio Czar, ora tendo que aceitar intimidades em entrevistas memoráveis, ora que rebater a invasão devastando províncias do seu Império.
(1) Debret, Voyage Pittoresque, vol. III.
(2) A History of the Brazil.
(3) Paul Groussac, no est. cit. sobre S. Liniers.
(4) Brackenridge, Voyage to South America, performed by order of the American Government in the years 1817 and 1818, in the Frigate Congress, Baltimore, 1819. O Autor ia como secretário dessa missão política ao Rio da Prata, mandada inquirir da situação das Províncias Unidas.
(Dom João VI no Brasil, 1909)
segunda-feira, 27 de abril de 2020
Augusto de Lima (1859-1934)
RISO E PRANTO
Duas frações o grande todo humano
Encerra: uma que ri, outra que chora.
Dúplice monstro, contrastado Jano,
Tem numa face - a noite, e noutra - a aurora.
Mas em seu seio eternamente mora,
Como o polipo no profundo oceano,
A dor que o riso mentiroso enflora,
A mesma dor que verte o pranto insano.
Basta que riso ou lágrima ressume
Da contração de um músculo irritado,
Temos amor, pesar, ódio ou ciúme.
Nem sempre o riso é uma expressão de agrado,
E às vezes quem mais chora se presume
Feliz, por parecer mais desgraçado.
(Símbolos, 1892)
sexta-feira, 24 de abril de 2020
Goulart de Andrade (1881-1936)
POR QUÊ?
Ris, se digo que és boa; e se te digo
Que és má, tomas um ar de indiferença...
Fazes um gesto vago de descrença,
Quando afirmo serei teu muito amigo...
Se de tuas promessas te desligo,
Amuas-te; e é fatal a desavença,
Ao te falar da gratidão imensa
E do respeito meu para contigo...
Se as mãos te beijo, cedes; mas, fremente,
Se a procuro, essa boca me resiste!...
Enfado-me, gargalha loucamente!
Não sei, porém, se alta razão te assiste,
Se a atitude é de sábio ou de demente,
Quando, ao jurar que te amo, ficas triste!
(Ocaso, 1934.)
quinta-feira, 23 de abril de 2020
Pedro Salinas
Pedro Salinas
Ayer te besé en los labios...
Ayer te besé en los labios.
Te besé en los labios. Densos,
rojos. Fue un beso tan corto,
que duró más que un relámpago,
que un milagro, más. El tiempo
después de dártelo
no lo quise para nada ya,
para nada
lo había querido antes.
Se empezó, se acabó en él.
Hoy estoy besando un beso;
estoy solo con mis labios.
Los pongo
no en tu boca, no, ya no...
-¿Adónde se me ha escapado?-.
Los pongo
en el beso que te di
ayer, en las bocas juntas
del beso que se besaron.
Y dura este beso más
que el silencio, que la luz.
Porque ya no es una carne
ni una boca lo que beso,
que se escapa, que me huye.
No.
Te estoy besando más lejos.
segunda-feira, 20 de abril de 2020
Pedro Salinas (1891-1951)
¿ Por qué tienes nombre tú,
Día, miércoles ?
¿ Por que tienes nombre tú,
Tiempo, otoño ?
Alegria, pena, siempre
¿ Por que tenéis nombre: amor ?
Si tú tuvieras nombre,
Yo no sabría qué era,
Ni cómo, ni quando. Nada.
¿ Sabe el mar como se llama,
Que es el mar ? ¿ Saben los vientos
Sus apellidos, del Sur
Y del Norte, por encima
Del puro soplo que son ?
Si tú no tuvieras nombre,
Todo sería primero,
Inicial, todo inventado
Por mi.
Intacto hasta el beso mío.
Gozo, amor : delicia lenta
De gozar, de amar, sin nombre.
Nombre, ¡ qué puñal clavado
En medio de un pecho cándido
Que sería nuestro siempre
Si no fuese por su nombre !
quinta-feira, 16 de abril de 2020
San Francesco by Giotto
Un fondamentale contributo alla sua diffusione è stato offerto da Giotto, grazie al famoso affresco collocato nella Basilica superiore di Assisi (dipinto tra il 1290 e il 1295), che riproduce la scena con tocchi di grande poesia: il Santo è rappresentato invecchiato e il suo volto esprime una grande dolcezza.
Questo episodio è riportato nelle Fonti, narrato da san Bonaventura: «Andando il beato Francesco verso Bevagna, predicò a molti uccelli; e quelli esultanti stendevano i colli, protendevano le ali, aprivano i becchi, gli toccavano la tunica; e tutto ciò vedevano i compagni in attesa di lui sulla via».