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terça-feira, 30 de novembro de 2010

http://almamarcada.blogspot.com/2010/11/pessoas-frustradas-sao-como-caminhoes.html

PESSOAS FRUSTRADAS SÃO 

COMO CAMINHÕES DE LIXO !!!

Um dia peguei um táxi para o aeroporto e estávamos rodando na faixa certa, quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente.

O taxista pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!

O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós nervosamente, mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de positivo. Ele o fez de maneira bastante amigável.

Indignado lhe perguntei: "Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital !"
Foi neste momento que o motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo de "A Lei do Caminhão de Lixo."

Ele me disse:
 "Muitas pessoas são como caminhões de lixo, pois andam por aí cheias de frustrações, de raiva, traumas e de desapontamentos. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não se pode tomar isso pessoalmente, pois não são problemas nossos !" 

E continuou ..
 "você deve apenas sorrir, acenar, desejar-lhes o bem, e ir em frente. Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas. Fique tranqüilo, respire fundo e DEIXE O LIXEIRO PASSAR...

O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões descarregarem o lixo sobre elas. A vida é muito curta e o lixo dos outros é pesado demais para transportarmos. Limpe-se sempre dos sentimentos ruins, dos aborrecimentos no trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustrações, para não acumular LIXO sobre você.

Ame as pessoas que te tratam bem e trate bem as que não o fazem, porque a vida é 10% o que você faz dela e 90% a maneira como você a recebe!.

- - - - - -

Reflita sobre isso!
Tenha uma ótima tarde!, sem lixo...

idagospel.com

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

CATEDRAL EM BRASÍLIA

Uma das Catedrais 
mais bonitas do Mundo
e talvez a melhor obra de Brasília !!!
Imperdível em todos os sentidos !!!



terça-feira, 23 de novembro de 2010

LUDMILA


Ludmila estudava Literatura !!!
Gostava muito de ler 
os autores Brasileiros.
Atualmente relia três .
Erico Verissimo !!!
Carlos Nejar !!!
Simoes Lopes !!!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O CASTELO


Todo Castelo 
tem o seu lado difícil..
e o seu lado fácil !!!
Quem quer entrar ?
Quem quer sair ?

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Fabiola e seus filhotes !!!


Fabiola gostava de passear 
com os famosos filhotinhos...
Os vizinhos do prédio, 
não gostavam muito...
Sentiam um pouco de medo !!!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

PAI E FILHA


Parece que na África,
os Elefantes Pais
ensinam os filhos
a se defenderem
dos possíveis inimigos,
sem necessariamente
desafiarem a Natureza !!! 

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

PRISCILA !!!

Priscila vinha de Saturno !!!
Atualmente vivia em Brasilia !!!
Gostava de usar os vestidos...
 do seu planeta !!!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O PASSEIO DO ROBERTO !!!



Roberto tinha um carro muito querido !!!
No Domingo...
Passeava bem vagarosamente...
Parece ate que o tempo parava...
Para ele poder aproveitar mais !!!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

PARTIDAS !!!


As vezes...
a vontade é de viajar...
em busca
de nossos familiares...
Eles partem...
e nos deixam aqui...
sem que possamos entender...
direito o significado
disso tudo !!!
Porem aqui
precisamos permanecer !!!
Somente assim 
os tantos sacrifícios 
que eles fizeram
passam a ter 
um sentido
especial !

A JANELA


Parece que lá dentro
teria um jantar 
no final do Ano !!!
Um familiar faltaria...
Somente o Silencio
conseguiria traduzir
aquele momento !!!

domingo, 7 de novembro de 2010

MARISA LAJOLO (2/2)


Infelizmente, estamos vivendo um desses momentos. 

Como os antigos diziam que quem paga a música escolhe a dança, talvez se acredite hoje ser correto que quem paga o livro escolha a leitura que dele se vai fazer. A situação atual tem sua (triste) caricatura no lobo de Chapeuzinho Vermelho que não é mais abatido pelos caçadores, e pela dona Chica-ca que não mais atira um pau no gato-to. Muda-se o final da história e re-escreve-se a letra da música porque se acredita que leitores e ouvintes sairão dos livros e das canções abatendo lobos e caindo de pau em bichanos. Trata-se de uma idéia pobre, precária e incorreta que além de considerar as crianças como tontas, desconsidera a função simbólica da cultura. Para ficar em um exemplo clássico, a psicanálise e os estudos literários ensinam que a madrasta malvada de contos de fada não desenvolve hostilidade conta a nova mulher do papai, mas – ao contrário- pode ajudar a criança a não se sentir muito culpada nos momentos em que odeia a mamãe, verdadeira ou adotiva... 

Não deixa de ser curioso notar que esta pasteurização pretendida para os livros infantis e juvenis coincide com o lamento geral – de novo, da sala de aula ao Ministério da Educação— pela precariedade da leitura praticada na sociedade brasileira. Mas, como quem tem caneta de assinar cheques e de encaminhar leis tem o poder de veto, ao invés de refletir e discutir, a autoridade veta. E veta porque, no melhor dos casos e muitas vezes com a melhor das intenções, estende suas reações a certos livros a um numeroso e anônimo universo de leitores...

No caso deste veto a “Caçadas de Pedrinho”, Conselheira Relatora Nilma Lino Gomes acolhe denúncia de Antonio Gomes da Costa Neto que entende como manifestação de preconceito e intolerância de maneira mais específica a personagem feminina e negra Tia Anastácia e as referências aos personagens animais tais como urubu, macaco e feras africanas; (...) aponta menção revestida de estereotipia ao negro e ao universo africano , que se repete em vários trechos do livro analisado e exige da editora responsável pela publicação a inserção no texto de apresentação de uma nota explicativa e de esclarecimentos ao leitor sobre os estudos atuais e críticos que discutam a presença de estereótipos na literatura. 

Independentemente do imenso equívoco em que, de meu ponto de vista, incorrem o denunciante e o CNE que aprova por unanimidade o parecer da relatora, o episódio torna-se assustador pelo que endossa, anuncia e recomenda de patrulhamento da leitura na escola brasileira. A nota exigida transforma livros em produtos de botica, que devem circular acompanhados de bula com instruções de uso. 

O que a nota exigida deve explicar? O que significa esclarecer ao leitor sobre os estudos atuais e críticos que discutam a presença de estereótipos na literatura? A quem deve a editora encomendar a nota explicativa ? Qual seria o conteúdo da nota solicitad? A nota deve fazer uma auto-crítica (autoral, editorial?), assumindo que o livro contém estereótipos? A nota deve informar ao leitor que “Caçadas de Pedrinho” é um livro racista? Quem decidirá se a nota explicativa cumpre efetivamente o esclarecimento exigido pelo MEC? 

As questões poderiam se multiplicar. Mas não vale a pena. O panorama que a multiplicação das questões delineia é por demais sinistro. Como fecho destas melancólicas maltraçadas aponte-se que qualquer nota no sentido solicitado – independente da denominação que venha a receber, do estilo em que seja redigida, e da autoria que assumir - será um desastre. Dará sinal verde para uma literatura autoritariamente auto-amordaçada. E este modelito da mordaça de agora talvez seja mais pernicioso do que a ostensiva queima de livros em praça pública, número medonho mas que de vez em quando entra em cartaz na história desta nossa Pátria amada idolatrada salve salve. E salve-se quem puder... pois desta vez a censura não quer determinar apenas o que se pode ou não se pode ler, mas é mais sutil, determinando como se deve ler o que se lê! 

Marisa Lajolo - Profª Titular (aposentada) da UNICAMP. Profª da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Pesquisadora Senior do CNPq. Organizadora, com João Luís Ceccantini do livro de Monteiro Lobato livro a livro (obra infantil), obra que recebeu o Prêmio Jabuti 2010 como melhor livro de não ficção.

sábado, 6 de novembro de 2010

MARISA LAJOLO (1/2)

Quem paga a música escolhe a dança?
Marisa Lajolo 

“Caçadas de Pedrinho”, de Monteiro Lobato, está em pauta e é bom que esteja, pois é um livro maravilhoso. Narra as aventuras da turma do sítio de Dona Benta primeiro às voltas com a bicharada da floresta próxima e, depois, com uma comissão do governo encarregada de caçar um rinoceronte fugido de um circo. Nos dois episódios prevalecem o respeito ao leitor, a visão crítica da realidade, o humor fino e inteligente. 

Na primeira narrativa, a da caçada da onça, as armas das crianças são improvisadas e na hora agá não funcionam. É apenas graças à esperteza e inventividade dos meninos que eles conseguem matar a onça e arrastá-la até a casa do sítio. A morte da onça provoca revolta nos bichos da floresta e eles planejam vingança numa assembléia muito divertida: felinos ferozes invadem o sítio e – de novo - é apenas graças à inventividade e esperteza das crianças (particularmente de Emília) que as pessoas escapam de virar comida de onça. 

Na segunda narrativa, a fuga de um rinoceronte de um circo e seu refúgio no sítio de Dona Benta leva para lá a Comissão que o governo encarregou de lidar com a questão. Os moradores do sítio desmascaram a corrupção e o corpo mole da comissão, aliam-se ao animal cioso da liberdade conquistada e espantam seus proprietários. E, batizado Quindim, o rinoceronte fica para sempre incorporado às aventuras dos picapauzinhos. 

Estas histórias constituem o enredo do livro que parecer recente do Conselho Nacional de Educação (CNE), a partir de denúncia recebida, quer proibir de integrar acervos com os quais programas governamentais compram livros para bibliotecas escolares. O CNE acredita que o livro veicula conteúdo racista e preconceituoso e que os professores não têm competência para lidar com tais questões. Os argumentos que fundamentam as acusações de racismo e preconceito são expressões pelas quais Tia Nastácia é referida no livro, bem como a menção à África como lugar de origem de animais ferozes. 

Sabe-se hoje que diferentes leitores interpretam um mesmo texto de maneiras diferentes. Uns podem morrer de medo de uma cena que outros acham engraçada. Alguns podem sentir-se profundamente tocados por passagens que deixam outros impassíveis. Para ficar num exemplo brasileiro já clássico, uns acham que Capitu (D. Casmurro, Machado de Assis, 1900) traiu mesmo o marido, e outros acham que não traiu, que o adultério foi fruto da mente de Bentinho. Outros ainda acham que Bentinho é que namorou Escobar...!

É um grande avanço nos estudos literários esta noção mais aberta do que se passa na cabeça do leitor quando seus olhos estão num livro. Ela se fundamenta no pressuposto segundo o qual, dependendo da vida que teve e que tem, daquilo em que acredita ou desacredita, da situação na qual lê o que lê, cada um entende uma história de um jeito. Mas essa liberdade do leitor vive sofrendo atropelamentos. De vez em quando, educadores de todas as instâncias – da sala de aula ao Ministério de Educação- manifestam desconfiança da capacidade de os leitores se posicionarem de forma correta face ao que lêem. 

Infelizmente, estamos vivendo um desses momentos. 


quinta-feira, 4 de novembro de 2010

ANNE MANUELLE !!!


Anne tinha um penteado 
bem engraçado ...
Alguns achavam que era 
uma montagem fotográfica !!!
Era apenas uma vontade 
de ser diferente...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

FAMILIA !!!


Conheci uma Família 
de Girafas !!!
Foi numa viagem
que fiz para África !!!
Elas são Inesquecíveis !!!